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quinta-feira, 30 de maio de 2019

LJA: O Décimo Círculo




É uma edição fantástica e mesmo que eu não ache mais graça nesta história de vampiro, pois pra mim o filão ficou saturado com a franquia da saga Crepúsculo.

Quando comecei a ler não consegui mais parar (fiquei devorando página por página prazerosamente).

Por falar em vampiro filme pra mim é Drácula de Bram Stocker, dirigido por Francis Ford Coppola, em 1992.  O filme é adaptação do livro do escritor Bram Stocker e sinceramente é muito assustador ver o vampiro em cena.

Há todo um clima de ambientação demonstrando um tom gótico misturado ao estilo sombrio da trilha sonora e a atuação de Gary Oldman está impecável capaz de amedontrar qualquer um.

Outra que merece destaque é  Mina Harker, interpretada por Winona Ryder que consegue mostrar medo e deslumbramento ao mesmo tempo por aquela figura assustadora (isto sim é sinistro).

Só pra constar, o vilão desta aventura Crúcifer fez uma curta aparição no seriado The Flash, pois Breacher (Danny Trejo) pai da Cigana (Jessica Camacho) é seu arqui-inimigo.

Bom, tenho que dar o braço a torcer por causa da reunião desta dupla fantástica John Byrne e Chris Claremont que nos anos 80 transformaram os X-Men num fenômeno de sucesso mundial.

A Saga da Fênix (que fizeram uma péssima adaptação em X-Men 3) e Dias de Um Futuro Esquecido ainda são duas das minhas HQs preferidas no mundo dos gibis (sem esquecer ainda que temos outra lenda nesta edição o artista Jerry Ordway).

A aventura envolve o vampiro Crúcifer que há séculos atrás havia enfrentado a Rainha Hipólita fato que custou a vida de várias amazonas, mas elas conseguiram trancafia-lo no Tártaro.

Crúcifer habitou o décimo círculo do título e isto acabou me lembrando do livro A Divina Comédia, de Dante Aleghieri. No qual o poeta Virgílio desce ao Tártaro para recuperar a alma de sua amada.

Voltando, a intenção de Crúcifer é usar as crianças de Metrópolis para servirem de comida para seus mestres, mas não é qualquer tipo de criança (ele procura aquelas que possua algum tipo de superpoder).

Devido a este sumiço misterioso e repentino a LJA começa a investigar o sumiço destas crianças e neste processo de procura o Superman também some sem deixar pista alguma (o Azulão é vulnerável a magia e virou escravo de Crúcifer).

O roteiro me deixou intrigado, porque avança e retrocede no tempo de uma forma não linear para nos conectar com seus acontecimentos.

Gostei da inclusão da Patrulha do Destino, pois é uma equipe que a editora deixa jogada no limbo por tempo demais. Aqui temos uma nova formação, mas a melhor parte é que ainda continuaram com com Cliff Steele e a Mulher Elástica que são os meus preferidos.

A Patrulha do Destino fez uma participação no desenho dos Jovens Titãs como a primeira equipe em que Mutano atuou, a equipe original também esteve no desenho do Batman: Os Bravos e Destemidos e há algum tempo atrás foi retirada do limbo novamente na ótima história UDC: Legados.

Geralmente eles são mostrados como heróis trágicos e desajustados socialmente que perderam tudo que havia de importante em sua vida precisando recomeçar a duras penas (quando a editora quer consegue fazer algo de relevante sobre eles).

Voltando, O Décimo Círculo é uma aventura sinistra que somente o esforço em conjunto da Liga com a nova Patrulha do Destino conseguirá impedir o mundo de ser tomado pelas trevas. É uma história num estilo mais antigo que mantém o heroísmo e sacrifício dos personagens pelo bem maior, mas é isso que vale a pena ler.

Além da reunião histórica das lendas Chris Claremont, John Byrne e Jerry Ordway. A última cena desta aventura ficou engraçadíssima pelo simples fato de mostrar o Batman fazendo piada. E a cara do restante da Liga olhando abobalhados pro morcegão (é uma cena histórica e isto não tem preço).

Bom, só pra fechar a única coisa que ficou realmente muito estranha nesta HQ foi o aspecto da arte.  Se temos o crédito de ilustrador para John Byrne, porque o estilo de Jerry Ordway se sobressaiu durante toda a narrativa?

Se gostou deixe um comentário, mas se não gostou deixe um comentário também.


sexta-feira, 17 de agosto de 2018

A Morte do Superman



Eu tinha escrito um texto comentando tanto a edição dos anos 90, quanto a versão de 2007.

O assunto já havia sido abordado na animação anterior que ficou muito boa, mas havia alguns pontos diferentes do gibi (e também foi abordado novamente no filme BVS).

Desde que fiquei sabendo desta nova adaptação a minha principal pergunta foi porquê faze-la?

Sem sombra de dúvidas é uma história importantíssima na mitologia do Azulão, mas sinceramente não deveria ser refeita.

A grande diferença é que essa versão está conectada ao atual universo animado da editora e nada mais do que isso.

Obviamente houve diversos momentos que nos lembram A Morte do Superman dos anos 90.

É claro que o final deixa margem pra uma continuação mais creio que só deverá ser produzida devido ao sucesso com o público.

Outras coisa que notei foi a presença do Star Labs que ficou popular graças ao seriado do The Fash e pros nostálgicos de plantão tipo esse humilde comentarista. Foi mostrada um pouco modificada a Sala de Justiça (que surgiu no antigo desenho Super Amigos).

Porém a mudança mais significativa aconteceu com a etnia de Cat Grant que era caucasiana e tornou-se afro-americana. Ela funciona como amiga e conselheira amorosa de Lois. Pra ser sincero adorei essa versão da personagem e gostaria que migrasse pros gibis.

Continuando, a parte chata é que para que houvesse uma conexão maior nossa com os acontecimentos há um enfoque na relação Clark/Lois (um chove não molha entediante).

Não vou negar que as cenas de combate entre Kal-El e o Apocalypse ficaram impactantes de tão perfeitas. Apocalypse é uma máquina de destruição brutal e vence facilmente os integrantes da Liga.

A LJA não desempenha grande função dentro da história servindo apenas de escada pra Kal.

Somente, Diana lhe deu um pouco de trabalho numa batalha memorável algo que nos leva diretamente a Máxima na referida edição (e algumas cenas que vimos em BvS).

Confesso que a morte do herói foi comovente demais, no entanto nem deu pra sentirmos pesar.

Já que no final da animação as cenas pós-créditos mostram seu retorno formando sua Fortaleza da Solidão e o surgimento de Aço, Superboy e o Superciborgue.

Esses personagens são apresentados durante a narrativa e depois suponho que cada um a sua maneira irá agir em Metrópolis.

Apesar da editora acertar com suas versões animadas demonstrando uma qualidade que supera seu Universo Estendido. Infelizmente, a duração da aventura é muito curta, pois quando estamos gostando do que está sendo mostrado simplesmente acaba.

Mesmo com tudo sendo explicado e a grande maioria dos fãs antigos conhecendo a Morte do Azulão.

Pra mim seria bem melhor que contassem outra história como “Superman: As Quatro Estações” que merecia ser adaptada.

Só pra piorar, do meu ponto de vista o final acaba estrangando tudo que vimos anteriormente. Então, como eu havia dito antes pra que fazer essa animação?

Gostaria que a próxima fosse melhor, pois essa adaptação sem exageros foi a pior animação de todas que assisti.

Espero que tenham gostado.



segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Liga da Justiça



Finalmente a Warner Bros. conseguiu entregar um filme que nós fãs queríamos ver.

Confesso que eu estava muito apreensivo devido ao longa ter duas mentes criativas completamente diferentes no modo de agir (fato que poderia fazê-lo naufragar causando um problema enorme).

Meus temores foram dissipados, pois o envolvimento dos diretores Zack Snyder e Josh Whedon foi nos entregar um filme pra nós fãs dos personagens. Ambos possuem diferentes visões em seu trabalho, porém funcionaram muito bem na telona.

A parte interessante é que Liga da Justiça está conectado ao Homem de Aço (2013) e também ao Batman vs Superman (2016), mas mesmo assim ainda consegue desenvolver sua própria narrativa.

Na trama, desde que o Superman (Henry Cavill) morreu as pessoas perderam a esperança.

A criminalidade estava aumentando muito e só pra piorar um inimigo do passado estava retornando.

Quando o Lobo da Estepe tentou invadir a Terra pela primeira vez houve uma aliança entre Amazonas, Atlantes, Deuses Olímpicos, Tropa dos Lanternas Verdes e os homens (algo que me lembrou até O Senhor dos Anéis). Foi somente devido a essa união que conseguiram detê-lo.

Como espólio de guerra três caixas-maternas ficaram divididas em diferentes lugares, pois se fossem reunidas resultaria na destruição de nosso planeta.

Acho que a maioria já sabe que as caixas são computadores vivos e estão conectadas ao Quarto Mundo. Lar dos Novos Deuses e de Apokolips (respectivamente Pai Celestial e do tirano Darkseid).

Continuando, os séculos passaram e o vilão retornou pra conquistar aquilo que fora negado.

Após a morte do Azulão, Bruce (Ben Affleck) se sentia culpado e acabou descobrindo que uma invasão estava prestes a começar.

Pedindo ajuda pra Diana (Gal Gadot) resolveu convocar uma equipe de meta-humanos e recrutaram Barry (Ezra Miller), Arthur (Jason Momoa) e Vic (Ray Fisher).

O grande lance a ser notado é como esses heróis que sempre estiveram sozinhos vão ter que interagir formando uma equipe.

A Mulher-Maravilha é uma guerreira, Batman um estrategista, Flash iniciando sua carreira heroica, Aquaman, um combatente feroz e Ciborgue, um herói tecnológico.

Há espaço na tela pra irem apresentando todos os personagens, tanto suas vidas, quanto suas motivações e problemas pessoais (fazendo-nos conhecer cada um deles). 

Mais eu adorei o Flash que ficou muito engraçado e o Aquaman, porque ambos se destacam e acabam roubando a cena em alguns momentos.

Como um verdadeiro fã de gibis afirmo que Liga da Justiça é um filme engraçado, divertidíssimo, possui efeitos especias impactantes, ótimas cenas de ação e uma trilha sonora magnífica.

Quero afirmar pra vocês para não darem atenção pra todas as críticas ruins vistas na web, pois o filme é simplesmente sensacional.

Sai da sala de cinema aliviado por ter visto meus heróis preferidos sendo apresentados da forma como realmente são (heróis agindo pra salvar o mundo).

Até o próximo texto.



quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Filme da Liga



A Liga da Justiça é um dos grupos de super-heróis mais famosos dos gibis.

A Liga da Justiça da América inicialmente reuniu os heróis mais clássicos dos gibis: Superman, Batman, Mulher-Maravilha, Flash, Aquaman, Lanterna Verde e Ajax.

A equipe foi criada durante os anos 60 pelo lendário Gardner Fox, mas a parte interessante é que foi inspirada pra reaproveitar a Sociedade da Justiça da América.

 Uma equipe que surgiu na convencionada Era de Ouro nos anos 40. Apesar da SJA não ter um espaço tão significativo atualmente quanto a sua importância. Posso afirmar que se não fosse por ela não existiria Liga da Justiça.

Bom, ao longo das décadas tivemos diversas histórias marcantes da Liga e uma das minha preferidas é Torre de Babel, na qual Batman arranja diversas formas pra deter seus “amigos” superpoderosos.

Fato que teve consequências tenebrosas pra Liga graças a Ra's Al Ghul, que roubou esses planos usando-os pra derrotar a equipe meticulosamente.

Na animação, quem se aproveita desta situação é Vandal Savage, um perigoso imortal que desejava destruir a Liga.

Sem sombra de dúvidas é uma das melhores animações feita com a equipe.

Não poderia esquecer de Liga da Justiça: Terra 2, uma história na qual a LJA enfrenta o Sindicato do Crime da América, uma equipe formada por vilões malignos dos heróis oriundos de uma Terra Paralela.



Outra história que gosto e merece destaque é Liga da Justiça: Guerra vindo na esteira do reboot que aconteceu em 2011.

Naquele momento a equipe recem formada teria que se unir a contra-gosto pra deter Darkseid, pra que não invadisse nosso planeta.

 Tanto o gibi, quanto a animação estão impecáveis seja pelo desenvolvimento do enredo, ação e pelos personagens.

Nos desenhos o clássico Super Amigos da Hanna-Barbera, marcou uma geração enorme de crianças que havia assistido suas aventuras entre os anos 70 e 80.

Apesar de todos os seus defeitos e problemas foi uma das primeira representações mostradas da Liga de forma eficiente. Já que a versão anterior da Filmation (feita nos anos 60 era bem fraquinha).

Super Amigos teve tanta importância que no crossover dos seriados Flash, Supergirl, Arrow e Legends of Tomorrow fizeram homenagem pra Sala de Justiça (eu surtei de alegria quando vi a cena).

Na década de 2000, foi a vez de Bruce Timm nos brindar com Liga da Justiça e Liga da Justiça Sem Limites.

Claro que vale a pena lembrar que anteriormente Bruce havia comandado as versões animadas anteriores de Batman, Super-Homem e Batman do Futuro, todos na década de 90.

Continuando, naquele momento em diante tivemos a versão definitiva dos super-heróis.

A série animada da Liga foi impactante por causa dos roteiros bem elaborados, apresentou diversas histórias inesquecíveis e principalmente personagens bem construídos (respeitando suas versões dos quadrinhos).

Basta apenas comparar Liga da Justiça Action, a versão mais recente deles com a que foi vista na década de 2000 pra notarmos a enorme diferença entre ambas.

Mesmo que Action não seja tão rui assim, pois é uma nova perspectiva dos personagens pra conquistar um outro público (pra mim é bem fraquinha devido ao formato apresentado anteriormente).

E agora finalmente depois de anos esperando teremos o tão aguardado filme da Liga da Justiça.
Batman vs Superman não foi aquilo que nós fãs esperávamos ver, pois dividiu opiniões algumas a favor e muitas contra.

Esquadrão Suicida também foi uma bomba terrível devido ao Coringa que divergiu bastante daquele psicopata sem noção que fez  sucesso na franquia de Nolan. E pra ser sincero gostei mais da Arlequina que ficou parecida demais com a maluqinha encantadora dos gibis e desenhos.

Então, veio Mulher-Maravilha (Gal Gadot) surpreendendo pela ótima representação de sua origem e destacando sua atitude de guerreira.

Só pra constar, o filme da heroína desbancou a bilheteria do Homem-Aranha, de Sam Raimi feito em 2002.

No entanto, o filme da Liga terá a missão de fazer realmente engrenar o Universo Estendido DC.
É a chance da DC Comics mostrar pros fãs que realmente estão empenhados em mostrá-los como lemos nos gibis.

Houveram  alguns problemas como a saída de Zack Snyder do projeto devido a problemas pessoais. E a entrada de Joss Whedon em seu lugar pra dar continuidade no que será visto.

Isso poderá ser até um ponto a favor do filme, porque Whedon já provou que sabe trabalhar com vários heróis. Lembrem-se que ele foi o diretor do primeiro Vingadores que foi um sucesso absoluto e inegável.

A editora não quer apenas render bilheteria algo óbvio devido a grande popularidade dos heróis.
Mais anseia ter reconhecimento da crítica pra que haja uma direção pra ser seguida em suas futuras produções.

E pra realmente fechar, fiz um comentário sobre os filmes live action produzidos há anos atrás sobre a equipe (confira neste post aqui).

Leio gibis há mais de 30 anos, como fã afirmo que estou aguardando ansioso por muito tempo e ver a equipe reunida é um sonho que finalmente será concretizado.

Espero que tenham gostado.


quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Injustiça: Deuses Entre Nós - vol. 2



Esta edição consegue ser mais complexa, sinistra e surpreendente do que a anterior.

A HQ tem vários momentos alucinantes que me fizeram ficar de queixo caído como: o todo poderoso Adão Negro sendo destituído de seus poderes, Billy Batson tendo uma conversa franca com o Capitão Marvel horrorizado quanto as atitudes violentas dos heróis da LJA.

O Flash tem outro momento memorável quando está jogando xadrez com Kal (é um diálogo simplesmente fantástico!).

O melhor momento de todos foi ver Kal arrasando com Kalibak e a cara de assustado dele ao notar a verdadeira mudança na forma do Azulão agir.

Confesso que fiquei estarrecido na primeira edição com o Super cheio de ódio retirando o coração do Coringa, mas tenho certeza absoluta que ele mereceu.

Na verdade havia aquele eterno jogo de gato e rato entre heróis e vilões. Eu notei que os vilões sempre aprontavam de tudo como: roubar, matar entre outras coisas enquanto o herói apenas o mandava pra cadeia (e daí começava tudo de novo).

Injustiça mudou radicalmente o status quo dessa balança e pra mim ficou ótimo demais.

Kal culpou Bruce por não ter antecipado os planos do Sr. C (e assim evitar a morte de Lois e do seu filho).

Mais agora a situação desce ladeira abaixo de uma maneira tão vertiginosa quanto envolvente. 

O Superman deixou de ser aquele homem altruísta que servia de inspiração pra todos e tornou-se um déspota controlador impingindo e forçando ao mundo suas vontades.

Kal está fora de si, pois o luto e a dor da perda nublaram sua visão de tudo transformando-o num homem amargo, rancoroso e totalmente cruel.

A aventura é pesada tanto no aspecto visual quanto psicologicamente. Batman e seus aliados tentam evitar que Kal destrua o mundo, massa tarefa não é tão fácil assim.

Podemos notar também a morte violenta e sem sentido de alguns heróis do panteão DC e não vou comentar quem são (só pra não estragar a diversão e a emoção de quem quiser ler).

Outro aspecto importante desta história é concentrar-se no aspecto da família. Seja na perda do Superman, no tratamento de Oliver e Dinah, na forma como Alfred protege Bruce.

E até no relacionamento conturbado entre Damian e Bruce que foi algo muito inusitado pra mim.

Injustiça: Deuses Entre Nós vol. 2 é uma aventura que contém um nível altíssimo de adrenalina, drama e violência no roteiro de Tom Taylor.


Porém como na edição anterior repetiu o mesmo erro de colocar diversos artistas ilustrando-a. Somente esse erro foi o que infelizmente deixou a desejar, pois vale a pena passear por suas páginas.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Esquadrão Suicida


Depois de amargar uma perda muito grande em verdinhas pra Marvel Comics, a DC parece que despertou realmente de sua total letargia.

Seu Universo Cinematográfico começou a ser estabelecido a partir de Superman: O Homem de Aço, em 2013.

Lembrando que o grande êxito da franquia do Morcegão comandada por Chris Nolan, marcou uma influência de um universo sombrio praticamente “existindo” no mundo real.

Agora demonstrando que vai se estabelecer como uma concorrente direta nas adaptações de gibis teremos Batman vs Superman que obviamente estará aproveitando parte da trama do Cavaleiro das Trevas, obra clássica de Frank Miller.

A sequencia deixou em polvorosa os fãs de gibis por demonstrar a presença do monstro Apocalypse e também vemos a Mulher Maravilha salvando a pele dos heróis.

Há boatos que já veremos uma pequena formação da Liga da Justiça neste filme com a presença de Aquaman (Jason Momoa), Ciborgue e Flash, mas somente o tempo nos dará certeza do que teremos na telona.

Além da maioria de nós fãs estarmos ansiosos pra saber como isso irá acontecer. Vejo também uma certa atenção daqueles que tambérm não estão acostumados a ler se preparando para assitir na telona (algo realmente importante pro sucesso desta empreitada pra editora).

Bom, outra aposta da DC é o Esquadrão Suicida, uma equipe composta por vilões que executam missões pro governo, mas agindo em sigilo absoluto.

Durante essas missões caso sejam descobertos podem morrer que o governo irá negar qualquer envolvimento nos acontecimentos (no caso os vilões são totalmente descartáveis).

A primeira apresentação dessa versão do Esquadrão Suicida foi mostrar um outro ator interpretando o Coringa.

Mesmo que Heath Ledger seja completamente inesquecível com sua demonstração anárquica do Sr. C. Teremos, Jared Leto que me pareceu estar assustador e bem convincente com o personagem.

 Recentemente foi a vez de termos divulgado o segundo trailer do Esquadrão Suicida que pra mim ficou muito empolgante (ainda mais pela envolvente música Bohemian Rapsody, do Queen pontuando os momentos importantes).

Nesta versão da equipe pra telona encontraremos alguns inimigos retirados da mitologia do Homem-Morcego como Arlequina (Margot Robbie) que demonstrou ser aquela tremenda maluquete que todos aprendemos a gostar, 
Pistoleiro (Will Smith), Crocodilo (Adewale Akinnuoye-Agbaje) e o Palhaço do Crime que citei acima. Não sei como se dará a participação do Pudinzinho nesta versão, pois nos gibis ele nunca agiu dentro da equipe.


 Tenho certeza que outra que irá roubar as atenções será a temível Amanda Waller (Viola Davis) que surgiu pro grande público na série animada da Liga da Justiça Sem Limites. A atriz Viola Davis da um show de interpretação como Annalise Keating, no seriado How to Get Away with Murder.

Amanda Waller foi criada John Byrne, Len Wein e John Ostrander surgindo pela primeira vez na edição Legends # 1, em 1986.

Waller é líder do Esquadrão Suicida, do Projeto Cadmus e também já comandou o Xeque-Mate.

Além de ter uma atitude arrogante sua característica mais marcante é seu modo de agir desafiador. Waller é bastante inteligente, ainda é uma excelente espiã e detém um vasto conhecimento de tática militar.

Apesar de nos quadrinhos, Amanda inicialmente tenha sido mostrada como uma mulher beirando a obesidade. Quando adaptada pra telinha quase as todas as atrizes que a interpretaram foram geralmente magras.

No seriado Smallville, Pam Grier liderou uma formação da equipe (ela quase foi morta pelo Zod).

Depois naquele infame filme do Lanterna Verde (2011), foi a vez da atriz Angela Bassett.

E por último também temos uma versão tanto do Esquadrão, quanto da Waller, interpretada pela atriz Cynthia Addai-Robinson, no seriado Arrow.

Outros personagens que teremos no filme são: Rick Flagg (Tom Hardy), Encantadora (Cara Delevingne), Capitão Bumerangue (Jai Courtney) e El Diablo (Jay Hernandez).

Uma presença interessante será da Katana (Karen Fukuhara) que nos gibis é uma heroína. 

Nos quadrinhos, Tatsu Yamashiro participou da equipe Renegados e também das Aves de Rapina, teve aparição no desenho Batman: Os Bravos e Destemidos e no seriado Arrow foi interpretada pela atriz Rila Fukushima.

Temos uma versão do Esquadrão Suicida na excelente animação, Batman:Ataque ao Arkham. Nesta aventura, o Morcegão precisa encontra uma bomba nuclear escondida pelo Coringa e acaba resgatando o Charada que seria morto pelo Esquadrão.

Nigma é enviado ao Asilo Arkham, porém Amanda Waller o persegue por haver roubado os segredos do Esquadrão Suicida. Então, Amanda resolve criar um novo Esquadrão para entrar no Asilo e recuperar as informações obtidas por Nigma.

Temos na equipe: Pistoleiro, Arlequina, Aranha Negra, Tubarão Rei, Nevasca e Capitão Bumerangue.

Não vou nem comentar que é uma das melhores animações feitas pela empresa, pois a qualidade é óbvia.

O detalhe interessante a ser notado é a ótica sendo vista pelo Pistoleiro e deixando Batman agindo apenas em alguns momentos importantes. É um desenho marcado por cenas violentas, temos  ação sempre no momento certo e indico pra quem quiser assistir.


 O Esquadrão Suicida (Suicide Squad, no original)  surgiu pela primeira vez na edição The Brave and The Bold # 25, em 1959. Durante a Segunda Guerra Mundial, um pelotão reunia criminosos que estavam dispostos a lutar pelo seu país.

A equipe era composta pelo Capt. Richard Flagg Sr., Jess Bright, Karin Grace e o Dr. Hugh Evans, na história isso ocorreu na década de 40.

Dez anos depois, o Esquadrão Suicida tornou-se uma tropa de elite que estava sempre designado a combater em missões secretas no exterior. Infelizmente após a morte da esposa de Flagg, ele também faleceu numa missão e seu filho Rick Flagg Jr., foi criado pelo General J. E. B. Stuart (das aventuras do "Tanque Mal-Assombrado").

Anos depois tornou-se Coronel da Força Aérea e passou a liderar uma nova formação do Esquadrão que contava com os veteranos: Bright, Grace e Evans.

Essa equipe enfrentou diversas ameaças, porém após a morte Evans e Bright, no Camboja (Grace estava sofrendo demais e a equipe foi desfeita).

No período do Pós-Crise tivemos na minissérie Lendas (1986), uma nova formação pro Esquadrão. Desta vez, o roteirista John Ostrander fez do Esquadrão Suicida, um grupo composto por vilões que eram recrutados pelo governo agindo em missões perigosíssimas.

Comandada por Amanda Waller que havia recriado o grupo decidiu dar aos bandidos perdão ou redução da pena desde que agissem nas missões que lhe eram incumbidas.

O detalhe é que cada vilão usava uma pulseira explosiva prestes a detonar se tentasse abandonar a equipe ou por a missão em risco.

Nesta versão o Coronel Rick Flagg agia como segundo em comando pro grupo e nele tínhamos: Capitão Bumerangue, Magia, Pistoleiro, Tigre de Bronze e Arrasa-Quarteirão.

Há anos a editora tenta emplacar uma revista da equipe, mas geralmente não consegue.

Também podemos notar que diversos personagens já entraram pras fileiras do Esquadrão entre os quais até heróis como: Vixen, Sombra da Noite, Orquídea Negra e até Ricardito.

Mais sua enorme maioria é de vilões tipo: Plastique, Verme Mental, Nevasca, Multiplex, Parasita, Amarra, Mestre das Pistas, Bane, Pinguim, Duquesa, Doutor Luz, Conde Vertigo, Capitão Frio, Mestre dos Espelhos entre vários outros.

Em, 2011 a editora tentou lançar uma nova versão pra equipe, porém foi duramente criticada devido ao seu conteúdo.

O filme do Esquadrão Suicida está programado pra ser lançado em 05 de agosto deste ano.

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