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segunda-feira, 23 de abril de 2018



Justiça Jovem: Invasão

Afirmo que aqueles que não tiverem assistido a segunda temporada da série animada não leia o texto (por causa de spoiler).

Depois não diga que avisei e fica por sua conta e risco.

Esta série animada foi criada por Brandon Vietti e Greg Weisman pro Cartoon Network  (sendo lançada em 2011).

Suas aventuras acontecem na Terra-16, provavelmente um universo fictício da editora aonde os super-heróis são um fenômeno recente.

Durante a primeira temporada acompanhamos as aventuras de Robin (Dick Grayson), Kid Flash (Wally West) e Aqualad (Kalduran).

No seu tão aguardado dia de formatura os ajudantes são levados até a Sala de Justiça (local que surgiu no antigo desenho dos Super Amigos).

Mais o que era pra ser uma grande celebração tornou-se decepção, pois Ricardito (Roy Harper) contou que a Sala era somente enganação. Já que os integrantes da Liga se reuniam realmente num satélite há vários quilômetros dali.

Deixando os garotos aborrecidos e indo atrás de suas próprias missões. Nisso ajudaram o Superboy e formaram a Justiça Jovem. Uma equipe que realizava operações secretas provando que futuramente poderiam ocupar seu lugar na LJA.

Apesar de sabermos que a Liga existe o desenho sempre destaca os ajudantes, seus problemas, traumas e conquistas.

Bom, várias coisas aconteceram durante  essa temporada, porém não é sobre ela que se trata esse texto.

Na segunda temporada conhecida como Invasão tivemos outras aventuras emocionantes de tirar o fôlego e deixar maluco qualquer fã dos personagens.

Na trama haviam se passado cinco anos fato que deu precedente pra diversas mudanças.

A primeira que notei é que Dick adotou o codinome Asa Noturna e deixou pra Tim Drake o traje de pássaro vermelho.

Outro destaque importante é o acréscimo de novos integrantes na equipe tipo: Moça-Maravilha (Cassie Sandsmark), Lagrano, Foguete, Zatanna, Mutano e até o Impulso.

A principal linha narrativa foca na raça alienígena Reach ou a Expansão que inicialmente parecia boazinha, mas que na verdade queria conquistar nosso planeta.

Esses aliens recebiam auxílio da Luz, uma organização criminosa secreta composta pelos maiores vilões do UDC. Entre os quais destaco: Vandal Savage, Lex Luthor e Ra’s Al Ghul.

A Luz manipulava as situações envolvendo tantos heróis da Liga, quanto da Justiça Jovem.

O aspecto mais empolgante da segunda temporada pra mim foi terem arranjado uma turbinada na história do Besouro Azul 3 (Jamie Reyes) que havia se tornado um traidor, no entanto estava sendo mentalmente controlado.

O escaravelho em suas costas era tipo um batedor dos Reach pra que tivessem um agente no planeta a ser conquistado. Junto a ele havia o Besouro Negro assustador de tão ruim e o Besouro Verde que era marciano (não confundir com esse herói).

Como se apenas tudo isso não bastasse houve uma grande traição de Kaldur que assassinou Ártemis pra provar sua lealdade ao Arraia Negra que é seu pai.

Podemos notar que a Invasão do título foi a trama principal desta temporada, mas conseguiram desenvolver subtramas que na verdade tinham relevância em tudo que estávamos assistindo.

Como a relação conturbada entre Ártemis e seu pai o Mestre dos Esportes, a vida de Billy Batson como Capitão Marvel, Impulso vindo de um futuro apocalíptico causado pelos aliens, homenagens com versões adolescentes pros heróis Chefe Apache, Samurai e El Dorado que surgiram no antigo desenho Super Amigos e até a presença crucial de Adam Strange em momentos importantíssimos.

Além disso eu quase ia me esquecendo de G. Gordon Godfrey, um repórter chato pra caçamba que detona os heróis na telinha (sempre deixando a opinião pública contra eles).

Lembrando que o personagem fazia o mesmo na clássica aventura Lendas.

Há outros assuntos que não vou ficar me estendendo senão o texto ficará enorme.

Li na web que haverá uma terceira temporada do desenho e foi por causa disso que fiz o texto.

Espero que consigam manter a mesma qualidade que demonstraram na segunda temporada, pois virei fã de carteirinha assinada de Justiça Jovem por causa dela.

Fico por aqui.



domingo, 22 de outubro de 2017

Batman e Arlequina


É uma animação dirigida de forma competente por Sam Liu que já nos presenteou com: All-Star Superman, Planeta Hulk, Thor: Filho de Asgard, Liga da Justiça: Crise em Duas Terras, Superman/Batman: Inimigos Públicos, Hulk vs (Thor e Wolverine) entre outros.

Só pra constar, Bruce Timm participou do roteiro compartilhado com Jim Krieg. E falando em BT é justamente, o seu caracter design que nos conecta a série animada do Morcegão, dos anos 90.

Tornando a animação ainda mais nostálgica pra quem curtiu aquele desenho clássico, pois parece que foi feita com essa intenção.

Bom, ostentando o subtítulo de Pancadas e Risadas vemos essa animação centralizar na história da Arlequina.

Logo no início temos um desenho bem divertido que nos conecta a momentos engraçados (introduzindo-nos ao estilo cômico dele) .

Continuando, a personagem sempre foi muito popular desde que surgiu, no entanto pra mim parece que aumentou ainda mais quando foi interpretada de forma memorável por Margot Robbie (no Esquadrão Suicida).

Na trama, o Homem-Morcego quer impedir os planos nefastos de Hera Venenosa e Homem Florônico que se uniram pra acabar com a destruição que o meio ambiente vem sofrendo através do homem.

A intenção é utilizar a fórmula bio-restauradora do cientista Alec Holland que se transformou no herói Monstro do Pântano. Se conseguirem transformarão toda vida de nosso planeta em híbridos de animais e vegetais (fato que desencadearia a total extinção da humanidade).

Obviamente, o Morcegóide não quer de jeito algum a ajuda da Harley devido a sua instabilidade emocional, mas mesmo assim fica na sua companhia.

A parte interessante é que o herói age em parceria com o Asa Noturna, vulgo Dick Grayson primeiro ajudante de BW.

É impossível negar que Harley está exuberante demonstrando sensualidade em vários momentos do filme (não vou contar mais pra não estragar a surpesa de quem for assisitr).

Infelizmente, não há muito momentos de ação, no entanto quando surgem valem a pena de tão intensos (por mim haveria bem mais).

Batman e Arlequina demonstrou ser uma animação excelente com momentos hilariantes de tão divertidos. Confesso que há até um pouco de drama, porém não interfere muito no geral.

O único e maior problema é o seu desfecho que pra mim ficou bastante fraco e poderia ser melhor desenvolvido. Mesmo assim ainda vale a pena assisti-lo de tão hilário.


Espero que tenham gostado.

domingo, 25 de junho de 2017

Novos Titãs: O Contrato de Judas




A edição é muito importante pra mim tanto que já fiz um comentário dela.

Então vou escrever apenas sobre a impressão que tive ao ver a animação.

Novos Titãs:O Contrato de Judas começa cinco anos atrás mostrando uma equipe formada por: Robin (Dick Grayson), Ravena, Abelha, Ricardito, Kid Flash e Mutano durante um patrulhamento.

Eles acabam encontrando Estelar que estava sendo perseguida pela Estela Negra e após ajuda-la oferecem asilo em nosso planeta. Essa parte segue um pouco os originais dos gibis com algumas diferenças mínimas.

Primeiro essa não é a formação dos gibis que auxiliaram Kori, pois na época tínhamos: Robin, Ravena, Moça-Maravilha, Kid Flash, Ciborgue e Mutano.

Outra coisa que achei muito estranha foi a inclusão da Donna Troy somente no final da aventura. Algo que indica que possamos ter outra animação mostrando sua participação no grupo.

Voltando, após cinco anos vemos uma outra formação da equipe (a mesma que havia na Liga da Justiça versus Jovens Titãs).

O principal inimigo é o Irmão Sangue que recebe ajuda do Exterminador (Slade Wilson) que havia morrido na animação citada acima e retornou atravésde um Poço de Lázaro.

Mais quem o ajudou a retornar do além não é explicado e isso ficou bem estranho pra mim.

Slade recebe auxílio de Tana Markov que possui o poder de manipular a terra. A menina age infiltrada na equipe (assim como aconteceu no gibi).

A grande diferença é que há um sentimentalismo por parte dela, pois foi tratada como uma integrante da família que os Titãs formam (esse é o grande trunfo da equipe pra mim).

Fora isso vemos uma ótima adaptação posso afirmar quase fiel da versão dos quadrinhos. Quero afirmar que gosto muito do gibi e já vinha esperando uma adaptação há muito tempo, mas não gostei dessa versão.

Primeiro que sou um fã fiel da obra original e segundo que não senti empatia nenhuma do que vi.
Há alguns momentos interessantes como a participação de Kevin Smith, há ótimas cenas de ação, a psicologia atormentada da Terra e a preocupação de tornar a animação o mais atual tecnologicamente.

Ouso comentar que pra quem não bebeu direto da fonte como eu fiz “talvez” essa animação agrade. Pra mim não foi marcante e nem épica (apenas um produto razoável aproveitando algo importante).
Fico por aqui.





sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Coringa: Advogado do Diabo


Essa edição teve roteiro de Chuck Dixon, arte de Graham Nolan e foi lançada pela Editora Abril, em 1997.

Sem sombra de dúvidas é uma das melhores HQs do Morcegão que já tive o prazer de ler.

Ainda mais pela excelente arte de Graham Nolan que em sua composição demonstra vários detalhes tanto dos personagens, quanto dos cenários que vemos na trama.

A história se inicia com o lançamento de um selo comemorativo homenageando grandes comediantes americanos.

Temos selos do Carlitos,OsIrmãos Marx, Os Três Patetas e Abott & Costello, porém pra mim foi uma injustiça não terem colocado OGordo e o Magro (eles também mereciam essa referência).

O Coringa ficou irritado por não terem feito um selo dele, pois se acha um grande comediante. Suas piadas infames e de muito mal gosto fazem somente sentido em sua mente doentia.

O vilão ataca uma agência dos correios sendo preso pelo Homem-Morcego que nesta época estava sendo auxiliado pelo Robin (Tim Drake), um hacker de computador.

Um detalhe sinistro é que os selos estavam envenenados pela toxina que deixa um sorriso estampado no rosto das vítimas (a marca registrada do Sr. C agir).

Pessoas estavam morrendo e o Coringa era o principal suspeito destes acontecimentos fatídicos. Então o Comissário Gordon convoca o Batman para ajuda-lo a solucionar o caso.

A situação estava piorando, porque o Coringa havia sido levado a julgamento pela promotora Beaudreau que desejava sentencia-lo a pena de morte por seus crimes (por mim é lógico que merecia).

O sargento Bullock e a detetive Montoya estavam assessorando a promotoria pra que isso realmente acontecesse e se livrassem do vilão de uma vez por todas.

O problema é que tudo levava a crer que o Coringa era realmente o culpado e isso deixou o Batman com a pulga atrás da orelha passando a investigar o caso com mais afinco.

Uma cena muito interessante aconteceu no tribunal com o vilão sendo interpelado pela promotora se havia cometido o tal crime de envenenar os selos.

Ele afirmou que era coisa de amador e começou a se gabar pelos diversos crimes que havia feito no passado comentando até o ataque a Bárbara Gordon e também ao seu pai (fatos vistos na aclamadíssima Batman: A Piada Mortal).

O ponto crucial nessa edição é nos perguntarmos se o Coringa realmente merece morrer por causa de um crime que não cometeu.

É óbvio que o Batman fica se fazendo tal pergunta, pois seus senso de justiça é inabalável (mesmo que seu pior inimigo mereça realmente partir desta pra melhor).

Eu confesso que não pensaria duas vezes e deixava isso acontecer, mas estamos falando das leis que regem o modo americano de viver e já sabemos como o herói irá agir.

Coringa: Advogado do Diabo começa de maneira enfadonha, mas a medida que vamos nos aprofundando em suas páginas a história ganha um aspecto psicológico muito grande e isso a torna muito interessante pra sabermos como será seu desfecho.
 
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