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sábado, 21 de julho de 2018

X-Men Anual #6



Provas Finais tem roteiro de Jeff Parker e arte do brasileiro Roger Cruz.

 Trata-se da formação original  composta por: Scott, Jean, Warren, Bobby e McCoy.

X-Men Anual #6 foi lançada pela Panini Comics, em 2011. O gibi tem 148 páginas e reúne as edições X-Men: First Class Finals 1 a 4 e Uncanny X-Men: First Class Giant-Size 1.

Estamos no período de formatura dos heróis e presenciamos os treinamentos na Sala de Perigo.

Assim como também as primeiras batalhas contra Magneto, Diamante Vivo, Grotesko entre outros inimigos.

O problema a ser enfrentado é a mente da Garota Marvel, pois seus poderes evoluíram a níveis alarmantes.

Somente com a união de todos vai ser possível ajudar Jean. É uma  ótima história reunindo diversos momentos importantes dos primórdios do grupo (ficando melhor ainda pra quem conhece os X-Men de longa data).

É chover no molhado comentar que a arte de Roger Cruz está fantástica, principalmente por causa das cores de Val Staples que dão destaque pra todos os acontecimentos que vemos.

Dentro da edição ainda vemos as capas americanas de X-Men: First Class Finals com arte de Cruz (mostrando vários personagens da editora ao fundo).

Pouquíssimo tempo após sua formatura os heróis partem numa missão pra Ilha de Krakoa. Historicamente trata-se de uma das aventuras mais clássicas deles.

Na continuação, temos o período após Krakoa com Scott treinando uma nova equipe pra resgatar seus amigos.

Então, vemos as origens dos icônicos: Wolverine, Tempestade, Colossus, Noturno e Banshee.

O detalhe engraçado é que a origem do Logan foi a mais divertida de todas. Apresentada  em estilo de desenho animado misturando a concepção do Homem-Aranha (foi mordido por um carcaju radioativo).

E depois entra pra Agência de Espionagem SNIKT enfrentando suas piores inimigas a Organização Terrorista G.OS.T.O.S.A. Grupo Organizado de Supermodelos Totalmente Obsecadas pela Suprema Aniquilação.

Durante uma missão, Logan salva o Professor Xavier entrando pra segunda formação dos X-Men. 

Sem sombra de dúvidas foi a origem mias controversa, porém mais escrachada e divertida de todas.

No final há uma outra coisa meio louca, pois vemos uma lista de mutantes que foram rejeitados pra ingressar na equipe.

E o motivo é que todos eram estranhos demais da conta. A mutante Cuco, da Suíça liberava um pássaro que estava sempre na hora certa, as gêmeas YinYang, da Tailândia tinham o poder de fazer o ataque do inimigo se voltar contra ele mesmo (elas são siamesas e se odeiam).

Outros candidatos estranhos foram o Guarda-Roupa Vivo, Papagaio-do-Mar, Lábio Super Rígido todos com poderes tão loucos e  muito ridículos (só lendo mesmo pra entender).

Bom, X-Men Anual # 6 serve tanto pros fãs antigos, quanto pra quem conhece pouco sobre os heróis.

Na verdade essa aventura é uma rara oportunidade de mostrar a equipe antes das histórias consagradas, pois acaba servindo como ponte entre elas.

Fico por aqui.





quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Filme da Liga



A Liga da Justiça é um dos grupos de super-heróis mais famosos dos gibis.

A Liga da Justiça da América inicialmente reuniu os heróis mais clássicos dos gibis: Superman, Batman, Mulher-Maravilha, Flash, Aquaman, Lanterna Verde e Ajax.

A equipe foi criada durante os anos 60 pelo lendário Gardner Fox, mas a parte interessante é que foi inspirada pra reaproveitar a Sociedade da Justiça da América.

 Uma equipe que surgiu na convencionada Era de Ouro nos anos 40. Apesar da SJA não ter um espaço tão significativo atualmente quanto a sua importância. Posso afirmar que se não fosse por ela não existiria Liga da Justiça.

Bom, ao longo das décadas tivemos diversas histórias marcantes da Liga e uma das minha preferidas é Torre de Babel, na qual Batman arranja diversas formas pra deter seus “amigos” superpoderosos.

Fato que teve consequências tenebrosas pra Liga graças a Ra's Al Ghul, que roubou esses planos usando-os pra derrotar a equipe meticulosamente.

Na animação, quem se aproveita desta situação é Vandal Savage, um perigoso imortal que desejava destruir a Liga.

Sem sombra de dúvidas é uma das melhores animações feita com a equipe.

Não poderia esquecer de Liga da Justiça: Terra 2, uma história na qual a LJA enfrenta o Sindicato do Crime da América, uma equipe formada por vilões malignos dos heróis oriundos de uma Terra Paralela.



Outra história que gosto e merece destaque é Liga da Justiça: Guerra vindo na esteira do reboot que aconteceu em 2011.

Naquele momento a equipe recem formada teria que se unir a contra-gosto pra deter Darkseid, pra que não invadisse nosso planeta.

 Tanto o gibi, quanto a animação estão impecáveis seja pelo desenvolvimento do enredo, ação e pelos personagens.

Nos desenhos o clássico Super Amigos da Hanna-Barbera, marcou uma geração enorme de crianças que havia assistido suas aventuras entre os anos 70 e 80.

Apesar de todos os seus defeitos e problemas foi uma das primeira representações mostradas da Liga de forma eficiente. Já que a versão anterior da Filmation (feita nos anos 60 era bem fraquinha).

Super Amigos teve tanta importância que no crossover dos seriados Flash, Supergirl, Arrow e Legends of Tomorrow fizeram homenagem pra Sala de Justiça (eu surtei de alegria quando vi a cena).

Na década de 2000, foi a vez de Bruce Timm nos brindar com Liga da Justiça e Liga da Justiça Sem Limites.

Claro que vale a pena lembrar que anteriormente Bruce havia comandado as versões animadas anteriores de Batman, Super-Homem e Batman do Futuro, todos na década de 90.

Continuando, naquele momento em diante tivemos a versão definitiva dos super-heróis.

A série animada da Liga foi impactante por causa dos roteiros bem elaborados, apresentou diversas histórias inesquecíveis e principalmente personagens bem construídos (respeitando suas versões dos quadrinhos).

Basta apenas comparar Liga da Justiça Action, a versão mais recente deles com a que foi vista na década de 2000 pra notarmos a enorme diferença entre ambas.

Mesmo que Action não seja tão rui assim, pois é uma nova perspectiva dos personagens pra conquistar um outro público (pra mim é bem fraquinha devido ao formato apresentado anteriormente).

E agora finalmente depois de anos esperando teremos o tão aguardado filme da Liga da Justiça.
Batman vs Superman não foi aquilo que nós fãs esperávamos ver, pois dividiu opiniões algumas a favor e muitas contra.

Esquadrão Suicida também foi uma bomba terrível devido ao Coringa que divergiu bastante daquele psicopata sem noção que fez  sucesso na franquia de Nolan. E pra ser sincero gostei mais da Arlequina que ficou parecida demais com a maluqinha encantadora dos gibis e desenhos.

Então, veio Mulher-Maravilha (Gal Gadot) surpreendendo pela ótima representação de sua origem e destacando sua atitude de guerreira.

Só pra constar, o filme da heroína desbancou a bilheteria do Homem-Aranha, de Sam Raimi feito em 2002.

No entanto, o filme da Liga terá a missão de fazer realmente engrenar o Universo Estendido DC.
É a chance da DC Comics mostrar pros fãs que realmente estão empenhados em mostrá-los como lemos nos gibis.

Houveram  alguns problemas como a saída de Zack Snyder do projeto devido a problemas pessoais. E a entrada de Joss Whedon em seu lugar pra dar continuidade no que será visto.

Isso poderá ser até um ponto a favor do filme, porque Whedon já provou que sabe trabalhar com vários heróis. Lembrem-se que ele foi o diretor do primeiro Vingadores que foi um sucesso absoluto e inegável.

A editora não quer apenas render bilheteria algo óbvio devido a grande popularidade dos heróis.
Mais anseia ter reconhecimento da crítica pra que haja uma direção pra ser seguida em suas futuras produções.

E pra realmente fechar, fiz um comentário sobre os filmes live action produzidos há anos atrás sobre a equipe (confira neste post aqui).

Leio gibis há mais de 30 anos, como fã afirmo que estou aguardando ansioso por muito tempo e ver a equipe reunida é um sonho que finalmente será concretizado.

Espero que tenham gostado.