Mostrando postagens com marcador Michael Keaton. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Michael Keaton. Mostrar todas as postagens

sábado, 16 de novembro de 2019

Meus Heróis Preferidos




Hoje é meu aniversário e para comemorar essa data tão importante pra mim.

Vou relembrar e homenagear de uma forma bem sincera os super-heróis que me iniciaram nesse mundo tão fantástico, maravilhoso e que gosto até hoje.

Quando eu era moleque lá no início da década de 80. A Rede Globo veiculava o seriado do Super-Homem com o George Reeves.

Sua atuação é tão imponente passando-nos uma confiabilidade grandiosa que ao longo das décadas a versão dos anos 50 é considerada uma das melhores na mitologia do personagem.

Aliás como fã ainda destaco também a versão de Chris Reeve que pra mim com todas as suas falhas e erros ainda continua imbatível.

Seja pela caracterização e atuação perfeita de Reeve que nos faz realmente acreditar que um homem pode voar, seu roteiro bem escrito que consegue dar destaque para cada uma das características mais fundamentais do herói (destruição de Krypton, viagem para Terra e vida em Metrópolis).

Juntando tudo isso ainda temos a música tema inesquecível composta por John Williams que consegue mostrar uma melodia heroica e inconfundível que nos conecta logo ao filme do Azulão.

Também quero acrescentar que depois da Crise nas Infinitas Terras, John Byrne nos presenteou com o Homem de Aço.

Uma versão que naquele período recontava toda a história do personagem. Como eu estava quase iniciando minha carreira como leitor foi um prato cheio pra mim acompanhar aquela fase do Super.

Juntando isso tudo acabei me tornando fã do Azulão e ao longo dos anos fui lendo e aprendendo sobre várias coisas relacionadas ao kriptoniano.


Outro herói que me iniciou pelas ruas de Gotham City foi o Batman.

Mais precisamente, o batseriado com Adam West e Burt Ward foi responsável por expandir minha imaginação a tal ponto que até sonhei estar dirigindo aquele Batmóvel incrível.

Fico lendo algumas pessoas tacando pedra na versão dos anos 60, mas lembrem-se que foi feito numa outra época.

Graças ao sucesso e popularidade alcançadas pela Dupla Dinâmica o Cruzado de Capa alçou ao status de Batmania num nível mundial. Um recorde muito bom se levarmos em consideração que foi um período no qual a internet nem sonhava em surgir.

Nos gibis, a versão de Frank Miller que mostrava um Bruce Wayne sexagenário que retornava a ativa mais cruel e assustador me ajudaram de vez em minha caminhada pelas histórias do Cavaleiro das Trevas.

Então, em 1989, Tim Burton na direção com Michael Keaton atuando como Batman/BW marcaram definitivamente meu coração de fã.

Pra mim esse é outro momento especial que podemos notar que roteiro, atuação e música tema estão em uníssono tornado-o perfeito (como um dos melhores filmes de quadrinhos da história do cinema).

Nessa época, eu não sabia que iria me tornar fã de gibis, desenhos e filmes. Só ficava sentado no sofá e de frente para telinha acompanhava a maioria das coisas que passavam em vários canais.

Devo afirmar que todo mundo começou assim. Tendo algo marcante como ponta pé inicial para algo que goste muito carregando essa emoção para vida toda.

E na verdade eu nunca imaginei que iria postar textos na web comentando sobre qualquer assunto nerd que me viesse na telha.

Fato que ao longo dos anos escrevi muitos textos para o ALT1, ALT2, ALT3 e ALTZ.

E por enquanto o meu auge estão nos filmes do MCU, principalmente em Vingadores: Guerra Infinita e sua continuação Vingadores: Ultimato.

Uma história que nos conecta aos personagens dos gibis que gradativamente foi crescendo e acrescentando mais situações fazendo os Vingadores tornaram-se um fenômeno culltural muito popular ao redor do mundo.

A aventura de Ultimato foi feita de uma maneira tão soberba, quanto emocionante tendo um desfecho épico tornando essa fase inesquecível na história do cinema para todo sempre.

Espero que tenham gostado.




quinta-feira, 12 de setembro de 2013

O Novo Batman



A bombástica revelação que Ben Affleck vestiria o uniforme do Morcegão foi o assunto mais comentado na web. Eu particularmente sou contra, pois tenho certeza absoluta que o ator não tem perfil para o herói.

Historicamente os fãs do Homem-Morcego fizeram muitas reclamações quando Michael Keaton interpretou o personagem. Na época vestiu uma armadura (com salto nas botas pra ficar mais alto), mas mesmo assim foi um sucesso estrondoso. Sua interpretação é marcada por nos apresentar um Bruce Wayne amargurado e um Batman introspectivo.

 E assim Tim Burton com sua versão sombria fez a batmania retornar algo que havia sido perdido desde Adam West. Pra falar a verdade até Adam West sofreu críticas inicialmente por apresentar aquela famosa “barriguinha” quando vestia o uniforme do Cruzado de Capa.

Quando chegou a vez de Val Kilmer (o cara do beicinho) e George Clooney (o galã de Plantão Médico) nossas esperanças foram jogadas no lixo, pois Joel Schumacher havia trazido uma comédia pastelão pior do que a dos anos 1960.

Os cenários tornaram-se maiores repletos de cores e neon sem contar que o roteiro era absurdo e havia vilões demais (e ainda inventaram o bat-cartão de crédito e mostraram bat-mamilos no uniforme, blarg!!).

As melhores coisas deste período foram a Batgirl (Alicia Silverstone) que usava uma versão do traje da Caçadora e Nicole Kidman (Dra. Chasey Meridian) que estava em início de carreira (fora isso ambos os filmes são intragáveis).

E então Christopher Nolan trouxe Chris Bale para protagonizar sua versão. O ator havia trabalhado em Psicopata Americano (um sucesso de crítica) e ainda de quebra tivemos Lucius Fox um personagem pouco visto nos gibis (interpretado por deus Morgan Freeman).

Chris Bale mostrou como a  dor da perda deixou a alma de Bruce corroída afetando sua vida no aspecto psicológico.

Também houveram reclamações quanto a Chris Bale não ter o famoso “queixo quadrado”, mas pra mim isto foi sem importância. Muitos dão crédito ao sucesso da franquia por causa da interpretação de Bale. Só que não devemos nos ater apenas isso, porque foi um conjunto de fatores que levaram ao êxito.

Primeiro o roteiro de David S. Goyer que mostrou conhecimento do universo do personagem, segundo a direção de Christopher Nolan demostrando o herói, vilões e armas de forma verossímel.

Esse é o principal divisor entre os fãs, pois alguns acreditam que não vemos o Batman dos quadrinhos nas telas. Só pela falta dos vários acessórios característicos dos gibis.

Sinceramente quero ver uma adaptação decente e o que Nolan apresentou foi mais coerente que na franquia Schumacher.

E o terceiro foi a inclusão de Chris Bale  dividindo as cenas com Michael Caine (Alfred) a empatia perfeita que tiveram aproximou com êxito tudo que vimos na versão animada de Bruce Timm.

Quando terminou a trilogia minha preocupação era quem seria o novo Batman? Na forma mostrada por Nolan o herói “nunca” agiria numa equipe e a principal decisão seria recomeçar tudo e repensar no seu M.O. para que tal fato pudesse acontecer.

O sucesso de Superman daria o ponta pé inicial  para um possível filme da Liga, porém ainda não tem nenhum roteiro aprovado. E ainda tivemos a escalação de Ben Affleck  como diretor (foi um alívio quando soube que era apenas um boato).

O ator havia encarnado o Demolidor que foi um fracasso e ficou pichado entre os fãs.


O grande problema é que condensaram 40 anos de história do herói cego numa tacada só e somos apresentados a trajetória trágica grega de Matt Murdock. Um menino que perdeu seu pai ao vencer numa luta forjada e que também perdeu a visão ao ter materiais radioativos banhados em seu rosto.

Matt Murdock perdeu a visão mais seus outros sentidos foram ampliados a níveis fora do comum. Apesar de ser muito querido pelos fãs de quadrinhos em geral o Demolidor nunca foi um herói top da Marvel, mas atingiu um certo auge durante a clássica A Queda de Murdock de Frank Miller e David Mazzucchelli (que mergulhou o personagem num universo mais realista e assustador e só.

Sua versão só ganhou as telonas porque havia dinheiro em caixa sobrando de Homem-Aranha 2.

 Há pouco tempo atrás esteve rolando na web  a notícia do gibi a Morte do Demolidor. Bom, já foram tantos heróis que já morreram e voltaram que eu detesto este assunto. A morte nos quadrinhos tornou-se algo corriqueiro e um grande caça níqueis .

Voltando, todo mundo chiou ao saber que Ben Affleck iria interpretar o personagem, pois sua má fama de canastrão e inexpressivo o precedia. Mais pra mim vi uma boa apresentação de Matt Murdock sendo muito bem caracterizado.

O universo do herói cego estava todo ali, mas o roteiro pecou pelo excesso. Aliás Jennifer Garner estava realmente linda como Elektra seu maior e melhor par romântico das HQs. E eu adoro a cena em que Matt “vê” o rosto de sua amada na chuva é muito poética.

A parte ruim é aquela câmara de imersão que Matt usa para dormir e ter dois vilões no seu pé o infame Mercenário (Collin Farel) e o desprezível Rei do Crime que ficou ótimo vivido pelo saudoso ator Michael Clark Duncan.


O fato é que Matt no mesmo filme conhece Elektra e a perde sendo morta pelo Mercenário numa cena igual das HQs, pois poderiam ter feito isso num segundo ou terceiro longa. É um bom filme do Demolidor com belas cenas de ação principalmente no final quando vemos o herói pulando por entre os prédios.
Algumas pessoas criticam tanto o ator que se esquecem de prestar atenção apenas ao filme.

 Só que o sucesso na consagração do Oscar (Argo) fez a cúpula da Warner Bros. querer investir no ator para encarnar o Cruzado Encapuçado em 2015.

A ira dos fãs choveu pela internet tendo até um abaixo assinado online pedindo o afastamento do ator do futuro filme. Concordo claramente com isso, pois Affleck não tem nada que possa acrescentar ao Morcego.

Acho que o maior erro dos medalhões da Warner é sempre colocar atores renomados para chamar atenção do “grande público” para seus filmes.


Como fã gostaria de ver outra pessoa ou até mesmo Chris Bale retornando ao papel (se for do interesse dele é lógico). Mais se isto não for possível que se empenhem para mostrar algo decente, pois reclamações é que não faltarão.