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sábado, 16 de novembro de 2019

Meus Heróis Preferidos




Hoje é meu aniversário e para comemorar essa data tão importante pra mim.

Vou relembrar e homenagear de uma forma bem sincera os super-heróis que me iniciaram nesse mundo tão fantástico, maravilhoso e que gosto até hoje.

Quando eu era moleque lá no início da década de 80. A Rede Globo veiculava o seriado do Super-Homem com o George Reeves.

Sua atuação é tão imponente passando-nos uma confiabilidade grandiosa que ao longo das décadas a versão dos anos 50 é considerada uma das melhores na mitologia do personagem.

Aliás como fã ainda destaco também a versão de Chris Reeve que pra mim com todas as suas falhas e erros ainda continua imbatível.

Seja pela caracterização e atuação perfeita de Reeve que nos faz realmente acreditar que um homem pode voar, seu roteiro bem escrito que consegue dar destaque para cada uma das características mais fundamentais do herói (destruição de Krypton, viagem para Terra e vida em Metrópolis).

Juntando tudo isso ainda temos a música tema inesquecível composta por John Williams que consegue mostrar uma melodia heroica e inconfundível que nos conecta logo ao filme do Azulão.

Também quero acrescentar que depois da Crise nas Infinitas Terras, John Byrne nos presenteou com o Homem de Aço.

Uma versão que naquele período recontava toda a história do personagem. Como eu estava quase iniciando minha carreira como leitor foi um prato cheio pra mim acompanhar aquela fase do Super.

Juntando isso tudo acabei me tornando fã do Azulão e ao longo dos anos fui lendo e aprendendo sobre várias coisas relacionadas ao kriptoniano.


Outro herói que me iniciou pelas ruas de Gotham City foi o Batman.

Mais precisamente, o batseriado com Adam West e Burt Ward foi responsável por expandir minha imaginação a tal ponto que até sonhei estar dirigindo aquele Batmóvel incrível.

Fico lendo algumas pessoas tacando pedra na versão dos anos 60, mas lembrem-se que foi feito numa outra época.

Graças ao sucesso e popularidade alcançadas pela Dupla Dinâmica o Cruzado de Capa alçou ao status de Batmania num nível mundial. Um recorde muito bom se levarmos em consideração que foi um período no qual a internet nem sonhava em surgir.

Nos gibis, a versão de Frank Miller que mostrava um Bruce Wayne sexagenário que retornava a ativa mais cruel e assustador me ajudaram de vez em minha caminhada pelas histórias do Cavaleiro das Trevas.

Então, em 1989, Tim Burton na direção com Michael Keaton atuando como Batman/BW marcaram definitivamente meu coração de fã.

Pra mim esse é outro momento especial que podemos notar que roteiro, atuação e música tema estão em uníssono tornado-o perfeito (como um dos melhores filmes de quadrinhos da história do cinema).

Nessa época, eu não sabia que iria me tornar fã de gibis, desenhos e filmes. Só ficava sentado no sofá e de frente para telinha acompanhava a maioria das coisas que passavam em vários canais.

Devo afirmar que todo mundo começou assim. Tendo algo marcante como ponta pé inicial para algo que goste muito carregando essa emoção para vida toda.

E na verdade eu nunca imaginei que iria postar textos na web comentando sobre qualquer assunto nerd que me viesse na telha.

Fato que ao longo dos anos escrevi muitos textos para o ALT1, ALT2, ALT3 e ALTZ.

E por enquanto o meu auge estão nos filmes do MCU, principalmente em Vingadores: Guerra Infinita e sua continuação Vingadores: Ultimato.

Uma história que nos conecta aos personagens dos gibis que gradativamente foi crescendo e acrescentando mais situações fazendo os Vingadores tornaram-se um fenômeno culltural muito popular ao redor do mundo.

A aventura de Ultimato foi feita de uma maneira tão soberba, quanto emocionante tendo um desfecho épico tornando essa fase inesquecível na história do cinema para todo sempre.

Espero que tenham gostado.




domingo, 22 de outubro de 2017

Batman e Arlequina


É uma animação dirigida de forma competente por Sam Liu que já nos presenteou com: All-Star Superman, Planeta Hulk, Thor: Filho de Asgard, Liga da Justiça: Crise em Duas Terras, Superman/Batman: Inimigos Públicos, Hulk vs (Thor e Wolverine) entre outros.

Só pra constar, Bruce Timm participou do roteiro compartilhado com Jim Krieg. E falando em BT é justamente, o seu caracter design que nos conecta a série animada do Morcegão, dos anos 90.

Tornando a animação ainda mais nostálgica pra quem curtiu aquele desenho clássico, pois parece que foi feita com essa intenção.

Bom, ostentando o subtítulo de Pancadas e Risadas vemos essa animação centralizar na história da Arlequina.

Logo no início temos um desenho bem divertido que nos conecta a momentos engraçados (introduzindo-nos ao estilo cômico dele) .

Continuando, a personagem sempre foi muito popular desde que surgiu, no entanto pra mim parece que aumentou ainda mais quando foi interpretada de forma memorável por Margot Robbie (no Esquadrão Suicida).

Na trama, o Homem-Morcego quer impedir os planos nefastos de Hera Venenosa e Homem Florônico que se uniram pra acabar com a destruição que o meio ambiente vem sofrendo através do homem.

A intenção é utilizar a fórmula bio-restauradora do cientista Alec Holland que se transformou no herói Monstro do Pântano. Se conseguirem transformarão toda vida de nosso planeta em híbridos de animais e vegetais (fato que desencadearia a total extinção da humanidade).

Obviamente, o Morcegóide não quer de jeito algum a ajuda da Harley devido a sua instabilidade emocional, mas mesmo assim fica na sua companhia.

A parte interessante é que o herói age em parceria com o Asa Noturna, vulgo Dick Grayson primeiro ajudante de BW.

É impossível negar que Harley está exuberante demonstrando sensualidade em vários momentos do filme (não vou contar mais pra não estragar a surpesa de quem for assisitr).

Infelizmente, não há muito momentos de ação, no entanto quando surgem valem a pena de tão intensos (por mim haveria bem mais).

Batman e Arlequina demonstrou ser uma animação excelente com momentos hilariantes de tão divertidos. Confesso que há até um pouco de drama, porém não interfere muito no geral.

O único e maior problema é o seu desfecho que pra mim ficou bastante fraco e poderia ser melhor desenvolvido. Mesmo assim ainda vale a pena assisti-lo de tão hilário.


Espero que tenham gostado.

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Batman: A Piada Mortal


Como todos estão cansados de saber é uma edição que através dos anos tornou-se um dos maiores clássicos das histórias do Homem-Morcego.

Batman: The Kiling Joke tem roteiro do consagrado Alan Moore, arte do mestre Brian Bolland e cores de John Higgins.

Sendo uma daquelas raras e excelentes ocasiões em que arte, roteiro e cores se conectam trazendo um trabalho de qualidade ímpar.

Não dá pra fugir que a trama é marcada por causa do hediondo abuso sexual cometido contra Bárbara Gordon e infelizmente havia sido alvejada (fato que a deixou paraplégica).

Ao longo dos anos a personagem ficou marcada por causa deste tratamento violento ao excesso dado a ela. E vendo pelo ponto de vista atual é uma situação controversa pelo avanço do empoderamento feminino na sociedade mundial.

Transforma-la na Oráculo serviu como um pedido de desculpa por causa deste acontecimento que revoltou milhares de fãs dando relevância pra personagem junto a Bat-Família.

Voltando, além disso tudo A Piada Mortal é importante por mostrar uma possível origem do Coringa (aproveitada até no filme de Tim Burton).

De todos os inimigos da galeria do herói o Coringa é o mais emblemático deles. Seu passado mesmo sendo explicado ainda se torna inconsistente e enigmático. Pois o próprio nem acredita que sua vida possa ter sido assim.

Mais podemos ter certeza que o Coringa é um agente do caos que age apenas pra destruir vendo no Batman o seu nêmesis (e pode ter absoluta certeza de que haverá o momento no qual ambos irão se matar).

A Piada Mortal trouxe algo psicologicamente assustador, porque afinal de contas Batman e seu arqui-inimigo são na verdade as duas faces da mesma moeda
.
Sim queridos leitores lá no fundo o Morcegão e o Sr. C. são exatamente iguais.

De todos os inimigos da galeria do herói o Coringa é o mais emblemático deles. Seu passado mesmo sendo explicado ainda se torna inconsistente e enigmático. Pois o próprio nem acredita que sua vida possa ter sido assim.

Mais podemos ter certeza que o Coringa é um agente do caos que age apenas pra destruir vendo no Batman o seu nêmesis (e pode ter absoluta certeza de que haverá o momento no qual ambos irão se matar).

Dizem que até no final dessa edição fica subentendido que Batman matou o Coringa, mas pra mim isso não acontece. Batman finalmente cruzou aquela linha imaginária que achava torná-lo tão diferente do Coringa.

Bruce caiu no abismo e sua loucura extravasou, mas isso ninguém pode afirmar. A genialidade de Moore está aí, pois cada um acredita no final que quiser podemos ver tal afirmação através dos vários leitores que demonstram seu ponto de vista.

Bom, outro embate psicológico e importante entre eles pode ser visto no gibi Batman: Cacofonia.

Afinal de contas A Piada Mortal é completa, bem construída e fechada em sua conclusão. Então posso analisar que é sem necessidade alguma pra que haja algo a mais em sua história.

O dvd traz algo inusitado que não havia na HQ original. Seja pela presença de Francesco, um mafioso que demonstra ter uma paixão doentia pela heroína.

Ou ainda por Babs demonstra estar apaixonada pelo Morcegão. Temos até uma cena de sexo rolando no alto de um prédio. Sendo que lembrou demais aquela da Mulher-Gato que causou uma polêmica desgraçada há algum tempo atrás.

Ficamos quase meia hora de introdução pra sabermos como era a vida de Barbara Gordon e o suposto relacionamento dela com Bruce pra depois termos uma animação extremamente fiel ao gibi (com algumas mínimas alterações).

O então antigo histórico de rivalidade entre o Cruzado Embuçado e o vilão, unido ao término de uma relação conturbada e o crime brutal cometido contra Bárbara torna-se o estopim pro herói caçá-lo.

Só pra constar acrescento que a vida de Jim Gordon ainda precisa ser salva. É através do Comissárrio que o Coringa tenta provar que uma possível sucessão de acontecimentos ruins pode transformar um homem comum num maníaco psicopata.

Vemos novamente a origem do Coringa, mas há  um excesso de flashbacks que tornam a história confusa e muito chata.

A única coisa que achei interessante foi a versão do Batmóvel que parece muito com o automóvel mostrado na série animada dos anos 90.

Lembrando que há pouquíssimo tempo atrás fiz uma postagem somente do Batmóvel.

Continuando, a primeira coisa que não achei plausível foi esse relacionamento entre Babs e Bruce (ficou diluída num tipo água com açúcar).

Usada apenas como uma subtrama ou simples artifício e aditivo pra tudo que veio depois (isso pra mim ficou muito estranho).

Apesar da qualidade inegável desta animação houve uma imensa vontade de manter uma fidelidade a obra original e ainda termos algo inteiramente novo.

Como fã do gibi sou bastante chiita, pois as cores de John Higgins estão perfeitas ajudando-nos a viajar por cada momento da edição.

E justamente não vemos isso no DVD, pois a colorização cheia de luzes claras nos dá uma ambientação bem diferente. Não senti nenhum apelo emocional nas cenas mostradas e isso do meu ponto de vista foi horrível.

A Piada Mortal foi a pior animação da empresa de todas que já assisti. Creio que seja até pelo apelo carinho que tenho pela obra original que eu não consegui achar nada que prestasse nesta animação.

Talvez quem nunca tenha lido o gibi possa encontrar um bom divertimento mais disso eu tenho dúvidas. Se quiserem assistir é por sua conta e risco, mas depois não reclamem (já que eu avisei).

Espero que tenham gostado.


quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Injustiça: Deuses Entre Nós - vol. 2



Esta edição consegue ser mais complexa, sinistra e surpreendente do que a anterior.

A HQ tem vários momentos alucinantes que me fizeram ficar de queixo caído como: o todo poderoso Adão Negro sendo destituído de seus poderes, Billy Batson tendo uma conversa franca com o Capitão Marvel horrorizado quanto as atitudes violentas dos heróis da LJA.

O Flash tem outro momento memorável quando está jogando xadrez com Kal (é um diálogo simplesmente fantástico!).

O melhor momento de todos foi ver Kal arrasando com Kalibak e a cara de assustado dele ao notar a verdadeira mudança na forma do Azulão agir.

Confesso que fiquei estarrecido na primeira edição com o Super cheio de ódio retirando o coração do Coringa, mas tenho certeza absoluta que ele mereceu.

Na verdade havia aquele eterno jogo de gato e rato entre heróis e vilões. Eu notei que os vilões sempre aprontavam de tudo como: roubar, matar entre outras coisas enquanto o herói apenas o mandava pra cadeia (e daí começava tudo de novo).

Injustiça mudou radicalmente o status quo dessa balança e pra mim ficou ótimo demais.

Kal culpou Bruce por não ter antecipado os planos do Sr. C (e assim evitar a morte de Lois e do seu filho).

Mais agora a situação desce ladeira abaixo de uma maneira tão vertiginosa quanto envolvente. 

O Superman deixou de ser aquele homem altruísta que servia de inspiração pra todos e tornou-se um déspota controlador impingindo e forçando ao mundo suas vontades.

Kal está fora de si, pois o luto e a dor da perda nublaram sua visão de tudo transformando-o num homem amargo, rancoroso e totalmente cruel.

A aventura é pesada tanto no aspecto visual quanto psicologicamente. Batman e seus aliados tentam evitar que Kal destrua o mundo, massa tarefa não é tão fácil assim.

Podemos notar também a morte violenta e sem sentido de alguns heróis do panteão DC e não vou comentar quem são (só pra não estragar a diversão e a emoção de quem quiser ler).

Outro aspecto importante desta história é concentrar-se no aspecto da família. Seja na perda do Superman, no tratamento de Oliver e Dinah, na forma como Alfred protege Bruce.

E até no relacionamento conturbado entre Damian e Bruce que foi algo muito inusitado pra mim.

Injustiça: Deuses Entre Nós vol. 2 é uma aventura que contém um nível altíssimo de adrenalina, drama e violência no roteiro de Tom Taylor.


Porém como na edição anterior repetiu o mesmo erro de colocar diversos artistas ilustrando-a. Somente esse erro foi o que infelizmente deixou a desejar, pois vale a pena passear por suas páginas.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Esquadrão Suicida


Depois de amargar uma perda muito grande em verdinhas pra Marvel Comics, a DC parece que despertou realmente de sua total letargia.

Seu Universo Cinematográfico começou a ser estabelecido a partir de Superman: O Homem de Aço, em 2013.

Lembrando que o grande êxito da franquia do Morcegão comandada por Chris Nolan, marcou uma influência de um universo sombrio praticamente “existindo” no mundo real.

Agora demonstrando que vai se estabelecer como uma concorrente direta nas adaptações de gibis teremos Batman vs Superman que obviamente estará aproveitando parte da trama do Cavaleiro das Trevas, obra clássica de Frank Miller.

A sequencia deixou em polvorosa os fãs de gibis por demonstrar a presença do monstro Apocalypse e também vemos a Mulher Maravilha salvando a pele dos heróis.

Há boatos que já veremos uma pequena formação da Liga da Justiça neste filme com a presença de Aquaman (Jason Momoa), Ciborgue e Flash, mas somente o tempo nos dará certeza do que teremos na telona.

Além da maioria de nós fãs estarmos ansiosos pra saber como isso irá acontecer. Vejo também uma certa atenção daqueles que tambérm não estão acostumados a ler se preparando para assitir na telona (algo realmente importante pro sucesso desta empreitada pra editora).

Bom, outra aposta da DC é o Esquadrão Suicida, uma equipe composta por vilões que executam missões pro governo, mas agindo em sigilo absoluto.

Durante essas missões caso sejam descobertos podem morrer que o governo irá negar qualquer envolvimento nos acontecimentos (no caso os vilões são totalmente descartáveis).

A primeira apresentação dessa versão do Esquadrão Suicida foi mostrar um outro ator interpretando o Coringa.

Mesmo que Heath Ledger seja completamente inesquecível com sua demonstração anárquica do Sr. C. Teremos, Jared Leto que me pareceu estar assustador e bem convincente com o personagem.

 Recentemente foi a vez de termos divulgado o segundo trailer do Esquadrão Suicida que pra mim ficou muito empolgante (ainda mais pela envolvente música Bohemian Rapsody, do Queen pontuando os momentos importantes).

Nesta versão da equipe pra telona encontraremos alguns inimigos retirados da mitologia do Homem-Morcego como Arlequina (Margot Robbie) que demonstrou ser aquela tremenda maluquete que todos aprendemos a gostar, 
Pistoleiro (Will Smith), Crocodilo (Adewale Akinnuoye-Agbaje) e o Palhaço do Crime que citei acima. Não sei como se dará a participação do Pudinzinho nesta versão, pois nos gibis ele nunca agiu dentro da equipe.


 Tenho certeza que outra que irá roubar as atenções será a temível Amanda Waller (Viola Davis) que surgiu pro grande público na série animada da Liga da Justiça Sem Limites. A atriz Viola Davis da um show de interpretação como Annalise Keating, no seriado How to Get Away with Murder.

Amanda Waller foi criada John Byrne, Len Wein e John Ostrander surgindo pela primeira vez na edição Legends # 1, em 1986.

Waller é líder do Esquadrão Suicida, do Projeto Cadmus e também já comandou o Xeque-Mate.

Além de ter uma atitude arrogante sua característica mais marcante é seu modo de agir desafiador. Waller é bastante inteligente, ainda é uma excelente espiã e detém um vasto conhecimento de tática militar.

Apesar de nos quadrinhos, Amanda inicialmente tenha sido mostrada como uma mulher beirando a obesidade. Quando adaptada pra telinha quase as todas as atrizes que a interpretaram foram geralmente magras.

No seriado Smallville, Pam Grier liderou uma formação da equipe (ela quase foi morta pelo Zod).

Depois naquele infame filme do Lanterna Verde (2011), foi a vez da atriz Angela Bassett.

E por último também temos uma versão tanto do Esquadrão, quanto da Waller, interpretada pela atriz Cynthia Addai-Robinson, no seriado Arrow.

Outros personagens que teremos no filme são: Rick Flagg (Tom Hardy), Encantadora (Cara Delevingne), Capitão Bumerangue (Jai Courtney) e El Diablo (Jay Hernandez).

Uma presença interessante será da Katana (Karen Fukuhara) que nos gibis é uma heroína. 

Nos quadrinhos, Tatsu Yamashiro participou da equipe Renegados e também das Aves de Rapina, teve aparição no desenho Batman: Os Bravos e Destemidos e no seriado Arrow foi interpretada pela atriz Rila Fukushima.

Temos uma versão do Esquadrão Suicida na excelente animação, Batman:Ataque ao Arkham. Nesta aventura, o Morcegão precisa encontra uma bomba nuclear escondida pelo Coringa e acaba resgatando o Charada que seria morto pelo Esquadrão.

Nigma é enviado ao Asilo Arkham, porém Amanda Waller o persegue por haver roubado os segredos do Esquadrão Suicida. Então, Amanda resolve criar um novo Esquadrão para entrar no Asilo e recuperar as informações obtidas por Nigma.

Temos na equipe: Pistoleiro, Arlequina, Aranha Negra, Tubarão Rei, Nevasca e Capitão Bumerangue.

Não vou nem comentar que é uma das melhores animações feitas pela empresa, pois a qualidade é óbvia.

O detalhe interessante a ser notado é a ótica sendo vista pelo Pistoleiro e deixando Batman agindo apenas em alguns momentos importantes. É um desenho marcado por cenas violentas, temos  ação sempre no momento certo e indico pra quem quiser assistir.


 O Esquadrão Suicida (Suicide Squad, no original)  surgiu pela primeira vez na edição The Brave and The Bold # 25, em 1959. Durante a Segunda Guerra Mundial, um pelotão reunia criminosos que estavam dispostos a lutar pelo seu país.

A equipe era composta pelo Capt. Richard Flagg Sr., Jess Bright, Karin Grace e o Dr. Hugh Evans, na história isso ocorreu na década de 40.

Dez anos depois, o Esquadrão Suicida tornou-se uma tropa de elite que estava sempre designado a combater em missões secretas no exterior. Infelizmente após a morte da esposa de Flagg, ele também faleceu numa missão e seu filho Rick Flagg Jr., foi criado pelo General J. E. B. Stuart (das aventuras do "Tanque Mal-Assombrado").

Anos depois tornou-se Coronel da Força Aérea e passou a liderar uma nova formação do Esquadrão que contava com os veteranos: Bright, Grace e Evans.

Essa equipe enfrentou diversas ameaças, porém após a morte Evans e Bright, no Camboja (Grace estava sofrendo demais e a equipe foi desfeita).

No período do Pós-Crise tivemos na minissérie Lendas (1986), uma nova formação pro Esquadrão. Desta vez, o roteirista John Ostrander fez do Esquadrão Suicida, um grupo composto por vilões que eram recrutados pelo governo agindo em missões perigosíssimas.

Comandada por Amanda Waller que havia recriado o grupo decidiu dar aos bandidos perdão ou redução da pena desde que agissem nas missões que lhe eram incumbidas.

O detalhe é que cada vilão usava uma pulseira explosiva prestes a detonar se tentasse abandonar a equipe ou por a missão em risco.

Nesta versão o Coronel Rick Flagg agia como segundo em comando pro grupo e nele tínhamos: Capitão Bumerangue, Magia, Pistoleiro, Tigre de Bronze e Arrasa-Quarteirão.

Há anos a editora tenta emplacar uma revista da equipe, mas geralmente não consegue.

Também podemos notar que diversos personagens já entraram pras fileiras do Esquadrão entre os quais até heróis como: Vixen, Sombra da Noite, Orquídea Negra e até Ricardito.

Mais sua enorme maioria é de vilões tipo: Plastique, Verme Mental, Nevasca, Multiplex, Parasita, Amarra, Mestre das Pistas, Bane, Pinguim, Duquesa, Doutor Luz, Conde Vertigo, Capitão Frio, Mestre dos Espelhos entre vários outros.

Em, 2011 a editora tentou lançar uma nova versão pra equipe, porém foi duramente criticada devido ao seu conteúdo.

O filme do Esquadrão Suicida está programado pra ser lançado em 05 de agosto deste ano.

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sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Coringa: Advogado do Diabo


Essa edição teve roteiro de Chuck Dixon, arte de Graham Nolan e foi lançada pela Editora Abril, em 1997.

Sem sombra de dúvidas é uma das melhores HQs do Morcegão que já tive o prazer de ler.

Ainda mais pela excelente arte de Graham Nolan que em sua composição demonstra vários detalhes tanto dos personagens, quanto dos cenários que vemos na trama.

A história se inicia com o lançamento de um selo comemorativo homenageando grandes comediantes americanos.

Temos selos do Carlitos,OsIrmãos Marx, Os Três Patetas e Abott & Costello, porém pra mim foi uma injustiça não terem colocado OGordo e o Magro (eles também mereciam essa referência).

O Coringa ficou irritado por não terem feito um selo dele, pois se acha um grande comediante. Suas piadas infames e de muito mal gosto fazem somente sentido em sua mente doentia.

O vilão ataca uma agência dos correios sendo preso pelo Homem-Morcego que nesta época estava sendo auxiliado pelo Robin (Tim Drake), um hacker de computador.

Um detalhe sinistro é que os selos estavam envenenados pela toxina que deixa um sorriso estampado no rosto das vítimas (a marca registrada do Sr. C agir).

Pessoas estavam morrendo e o Coringa era o principal suspeito destes acontecimentos fatídicos. Então o Comissário Gordon convoca o Batman para ajuda-lo a solucionar o caso.

A situação estava piorando, porque o Coringa havia sido levado a julgamento pela promotora Beaudreau que desejava sentencia-lo a pena de morte por seus crimes (por mim é lógico que merecia).

O sargento Bullock e a detetive Montoya estavam assessorando a promotoria pra que isso realmente acontecesse e se livrassem do vilão de uma vez por todas.

O problema é que tudo levava a crer que o Coringa era realmente o culpado e isso deixou o Batman com a pulga atrás da orelha passando a investigar o caso com mais afinco.

Uma cena muito interessante aconteceu no tribunal com o vilão sendo interpelado pela promotora se havia cometido o tal crime de envenenar os selos.

Ele afirmou que era coisa de amador e começou a se gabar pelos diversos crimes que havia feito no passado comentando até o ataque a Bárbara Gordon e também ao seu pai (fatos vistos na aclamadíssima Batman: A Piada Mortal).

O ponto crucial nessa edição é nos perguntarmos se o Coringa realmente merece morrer por causa de um crime que não cometeu.

É óbvio que o Batman fica se fazendo tal pergunta, pois seus senso de justiça é inabalável (mesmo que seu pior inimigo mereça realmente partir desta pra melhor).

Eu confesso que não pensaria duas vezes e deixava isso acontecer, mas estamos falando das leis que regem o modo americano de viver e já sabemos como o herói irá agir.

Coringa: Advogado do Diabo começa de maneira enfadonha, mas a medida que vamos nos aprofundando em suas páginas a história ganha um aspecto psicológico muito grande e isso a torna muito interessante pra sabermos como será seu desfecho.
 
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terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Injustiça – Deuses entre Nós






O Superman sempre serviu de inspiração para retirarmos o melhor que há dentro do ser humano. Ou seja um herói cujo propósito sirva pra nós agirmos tentando melhorar o mundo ao nosso redor. 

Nesta HQ temos uma “nova” perspectiva sobre o mito, porque  não é a primeira vez que o vejo agindo como um ditador.  Pra mim não é algo tão surpreendente assim, mas foi a melhor versão que já li.

Lembrando que na série animada da década de 90, temos o episódio Admirável Metrópolis Nova, no qual Lois devido a um experimento no Laboratórios Star encontra uma realidade alternativa (aonde havia morrido).

Nesta Terra Paralela o Azulão não chegou a tempo de deter uma explosão em seu carro e como consequência de sua perda tomou as rédeas da cidade tornando-se num controlador obsessivo (iludido pelas maquinações de Lex Luthor).

A melhor coisa neste episódio é que depois que Kal descobriu estar sendo enganado confrontou Lex que morreu quando tentava fugir. Então Lois quando voltou pra nossa Terra resolveu pedir ao Super que se encontrassem sem ela precisar estar sendo salva (sinal que o relacionamento deles estaria pra acontecer).

Bom, esta edição surgiu inspirada no famoso jogo homônimo servindo como prequel do que acontece nele (algo como os eventos anteriores que culminaram naquilo que vemos).

Eu já vi o game no youtube e achei seus gráficos maravilhosos, mas o roteiro de Tom Taylor é complexo e muito claustrofóbico. Kal e Lois estavam curtindo sua vidinha nada simples até que ela surgiu coma notícia que o Azulão seria papai. 

Enchendo-o de orgulho e felicidade por isso (de vez em quando dizem que o cara não pode ser pai na outra colocam um descendente nos gibis, os roteiristas são ótimos em nos deixarem malucos com isso).

A repórter não é uma mulher comum e decidiu manter sua vida normalmente, mas uma dica no cais renderia pra Lois e Jimmy uma matéria muito importante. Só que tudo não passou de uma tramoia do Sr. C. que assassinou Jimmy Olsen e sequestrou Lois.

Pra piorar o Palhaço do Crime conseguiu misturar gás do medo com kriptonita e conseguiu transformar o maior pesadelo do herói em realidade (o retorno do monstro Apocalypse). 

Agindo sob efeito do gás Superman “pensa” estar lutando contra seu pior arqui-inimigo, mas infelizmente mata sua esposa e filho (sem saber).

A situação ficou ainda mais catastrófica quando uma bomba atômica extermina com Metrópolis e seus habitantes. Nunca vi algo deste tipo, porque a fúria do Azulão era tão grande que assassinou o Coringa sem exitar (foi sinistro mais ele mereceu).

A intenção do palhaço era justamente essa, pois estava cansado de perder pro Morcegóide diversas vezes e resolveu mudar de oponente. Tudo começou apenas em como seria destruir uma alma tão nobre quanto a do Super (e no final de tudo confessou que foi tudo muito fácil, putz!).

Como se só isso não bastasse o Homem do Amanhã começou uma cruzada contra todas as nações exigindo um cessar fogo e caso isso não acontecesse ele mesmo tomaria suas precauções.

Então os heróis da LJA dividiram-se entre aqueles que seguiam o Homem de Aço e aquele que estavam temerosos com suas intenções.

O herói sempre combateu o crime e as invasões alienígenas nada mais do que isso, porém quando enfrentou os governos do mundo. 

O presidente americano se retrai e procura o auxílio do único homem que “talvez” possa fazer frente ao kriptoniano, quem disse Batman acertou em cheio.

Há quatro momentos incríveis nesta HQ que servem pra deixar qualquer um de queixo caído. No primeiro deles Clark joga na cara do Bruce sobre sua suposta relação de amor e ódio com o Coringa responsabilizando-o por todas as mortes cometidas pelo palhaço.

E interpelando, porque Bruce não estava lá pra evitar o sumiço de Lois (a conversa foi tão pesada que o Morcego chegou a esmurrar a cara do kriptoniano).

O segundo aconteceu dentro do Asilo Arkham quando todos estavam com os ânimos exaltados e Bruce perdeu seu filho mais amado (eu não consigo esquecer os olhos dele sobressaltados sob a máscara, foi pesado!).

No terceiro momento que chamou minha atenção foi com o Flash na Austrália no momento em que Kal e Diana detém um rapaz que se tornou herói inspirado pela Liga pra seguir a vida heroica. 

A força que eles usaram foi tão grande que arrebentaram com ele numa questão de segundos.

Foi uma situação tão espantosa ver o Barry atormentado correndo apenas pra tentar esquecer aquilo que presenciou (até o homem mais rápido do mundo ficou impotente diante daquela situação).

E por último Aquaman decide tomar uma iniciativa contra a superfície tentando mandar um recado pra todos os lugares do mundo (tipo dizendo que no mar ele é o soberano). Em contrapartida o Superman junto a outros heróis retira a cidade de Atlântida do fundo do oceano e a coloca no meio do deserto.

Numa verdadeira demonstração do que realmente poderá fazer a quem se opor a sua vontade (Arthur até pede desculpa, mas Diana não leva o recado pro Azulão). 

Só pra fechar aqui tivemos mais uma vez que sem a Lois no caminho haverá uma aproximação entre Diana e Kal. Ares até sugere isso e ela não descarta tal hipótese (ela segue o Azulão fielmente sem hesitar).

O roteiro de Tom Tayler é bem conduzido virando do avesso as relações de amizade que eram concretas. 

Aqui temos nitidamente uma versão da Guerra Civil, da Marvel sem tirar nem por. Bruce e Kal dividem a Liga em facções que irão culminar nos confrontos do famoso jogo.

A história serve pra explicar o contexto no qual o game acontece, porém não gostei de nenhum dos artistas que fizeram este trabalho (pra mim ficou uma colcha de retalhos muito mal feita). Os editores poderiam ter pensado melhor neste aspecto fora isso é uma ótima leitura com um desenvolvimento até mesmo imprevisível.

Infelizmente a edição parece servir somente como caça níquel pro fãs do jogo e também para aqueles leitores desavidados que não conhecem nada sobre o game (ou seja alguém do tipo este humilde comentarista).

Injustiça comprova que no final das contas Amanda Waller sempre estava certa (me refiro ao seu ponto de vista no desenho da Liga).


quinta-feira, 12 de setembro de 2013

O Novo Batman



A bombástica revelação que Ben Affleck vestiria o uniforme do Morcegão foi o assunto mais comentado na web. Eu particularmente sou contra, pois tenho certeza absoluta que o ator não tem perfil para o herói.

Historicamente os fãs do Homem-Morcego fizeram muitas reclamações quando Michael Keaton interpretou o personagem. Na época vestiu uma armadura (com salto nas botas pra ficar mais alto), mas mesmo assim foi um sucesso estrondoso. Sua interpretação é marcada por nos apresentar um Bruce Wayne amargurado e um Batman introspectivo.

 E assim Tim Burton com sua versão sombria fez a batmania retornar algo que havia sido perdido desde Adam West. Pra falar a verdade até Adam West sofreu críticas inicialmente por apresentar aquela famosa “barriguinha” quando vestia o uniforme do Cruzado de Capa.

Quando chegou a vez de Val Kilmer (o cara do beicinho) e George Clooney (o galã de Plantão Médico) nossas esperanças foram jogadas no lixo, pois Joel Schumacher havia trazido uma comédia pastelão pior do que a dos anos 1960.

Os cenários tornaram-se maiores repletos de cores e neon sem contar que o roteiro era absurdo e havia vilões demais (e ainda inventaram o bat-cartão de crédito e mostraram bat-mamilos no uniforme, blarg!!).

As melhores coisas deste período foram a Batgirl (Alicia Silverstone) que usava uma versão do traje da Caçadora e Nicole Kidman (Dra. Chasey Meridian) que estava em início de carreira (fora isso ambos os filmes são intragáveis).

E então Christopher Nolan trouxe Chris Bale para protagonizar sua versão. O ator havia trabalhado em Psicopata Americano (um sucesso de crítica) e ainda de quebra tivemos Lucius Fox um personagem pouco visto nos gibis (interpretado por deus Morgan Freeman).

Chris Bale mostrou como a  dor da perda deixou a alma de Bruce corroída afetando sua vida no aspecto psicológico.

Também houveram reclamações quanto a Chris Bale não ter o famoso “queixo quadrado”, mas pra mim isto foi sem importância. Muitos dão crédito ao sucesso da franquia por causa da interpretação de Bale. Só que não devemos nos ater apenas isso, porque foi um conjunto de fatores que levaram ao êxito.

Primeiro o roteiro de David S. Goyer que mostrou conhecimento do universo do personagem, segundo a direção de Christopher Nolan demostrando o herói, vilões e armas de forma verossímel.

Esse é o principal divisor entre os fãs, pois alguns acreditam que não vemos o Batman dos quadrinhos nas telas. Só pela falta dos vários acessórios característicos dos gibis.

Sinceramente quero ver uma adaptação decente e o que Nolan apresentou foi mais coerente que na franquia Schumacher.

E o terceiro foi a inclusão de Chris Bale  dividindo as cenas com Michael Caine (Alfred) a empatia perfeita que tiveram aproximou com êxito tudo que vimos na versão animada de Bruce Timm.

Quando terminou a trilogia minha preocupação era quem seria o novo Batman? Na forma mostrada por Nolan o herói “nunca” agiria numa equipe e a principal decisão seria recomeçar tudo e repensar no seu M.O. para que tal fato pudesse acontecer.

O sucesso de Superman daria o ponta pé inicial  para um possível filme da Liga, porém ainda não tem nenhum roteiro aprovado. E ainda tivemos a escalação de Ben Affleck  como diretor (foi um alívio quando soube que era apenas um boato).

O ator havia encarnado o Demolidor que foi um fracasso e ficou pichado entre os fãs.


O grande problema é que condensaram 40 anos de história do herói cego numa tacada só e somos apresentados a trajetória trágica grega de Matt Murdock. Um menino que perdeu seu pai ao vencer numa luta forjada e que também perdeu a visão ao ter materiais radioativos banhados em seu rosto.

Matt Murdock perdeu a visão mais seus outros sentidos foram ampliados a níveis fora do comum. Apesar de ser muito querido pelos fãs de quadrinhos em geral o Demolidor nunca foi um herói top da Marvel, mas atingiu um certo auge durante a clássica A Queda de Murdock de Frank Miller e David Mazzucchelli (que mergulhou o personagem num universo mais realista e assustador e só.

Sua versão só ganhou as telonas porque havia dinheiro em caixa sobrando de Homem-Aranha 2.

 Há pouco tempo atrás esteve rolando na web  a notícia do gibi a Morte do Demolidor. Bom, já foram tantos heróis que já morreram e voltaram que eu detesto este assunto. A morte nos quadrinhos tornou-se algo corriqueiro e um grande caça níqueis .

Voltando, todo mundo chiou ao saber que Ben Affleck iria interpretar o personagem, pois sua má fama de canastrão e inexpressivo o precedia. Mais pra mim vi uma boa apresentação de Matt Murdock sendo muito bem caracterizado.

O universo do herói cego estava todo ali, mas o roteiro pecou pelo excesso. Aliás Jennifer Garner estava realmente linda como Elektra seu maior e melhor par romântico das HQs. E eu adoro a cena em que Matt “vê” o rosto de sua amada na chuva é muito poética.

A parte ruim é aquela câmara de imersão que Matt usa para dormir e ter dois vilões no seu pé o infame Mercenário (Collin Farel) e o desprezível Rei do Crime que ficou ótimo vivido pelo saudoso ator Michael Clark Duncan.


O fato é que Matt no mesmo filme conhece Elektra e a perde sendo morta pelo Mercenário numa cena igual das HQs, pois poderiam ter feito isso num segundo ou terceiro longa. É um bom filme do Demolidor com belas cenas de ação principalmente no final quando vemos o herói pulando por entre os prédios.
Algumas pessoas criticam tanto o ator que se esquecem de prestar atenção apenas ao filme.

 Só que o sucesso na consagração do Oscar (Argo) fez a cúpula da Warner Bros. querer investir no ator para encarnar o Cruzado Encapuçado em 2015.

A ira dos fãs choveu pela internet tendo até um abaixo assinado online pedindo o afastamento do ator do futuro filme. Concordo claramente com isso, pois Affleck não tem nada que possa acrescentar ao Morcego.

Acho que o maior erro dos medalhões da Warner é sempre colocar atores renomados para chamar atenção do “grande público” para seus filmes.


Como fã gostaria de ver outra pessoa ou até mesmo Chris Bale retornando ao papel (se for do interesse dele é lógico). Mais se isto não for possível que se empenhem para mostrar algo decente, pois reclamações é que não faltarão.

quinta-feira, 20 de setembro de 2012



Batman é Maluco

Bruce Wayne não consegue superar o trauma da perda trágica de seus pais.
Ele tem Síndrome de Peter Pan, pois não deixa o garoto de 8 anos crescer.

Afinal de contas um homem de aproximadamente 1,90 m de altura que se veste de morcego não é “normal”. Sim, caros amigos, o Morcegóide é tão louco quanto aqueles que trancafia no Asilo Arkham. Quando na verdade também deveria ficar preso lá.

Pergunto qual é o cara em sã consciência que deixaria de lado a estonteante Selina Kyle, a exuberante Vicky Vale ou pior ainda caríssimos dispensar a Mulher Maravilha que na minha humilde opinião, é a mulher mais linda dos quadrinhos, pra ficar pulando entre os prédios atrás de um magrelo com um eterno sorriso estampado no rosto?

O Batman agrega a maior concentração de malucos apenas por existir por exemplo: o Charada, Pinguim, Chapeleiro Louco, Max Zeus, Duas Caras entre uma infinidade de outros, pois esses pirados querem apenas chamar sua atenção.

Bom, sinceramente, no quesito de chamar atenção temos a Coelha Branca que é muito sexy. Com uma vilã absurdamente sensual como essa, até eu ia querer pra ser minha inimiga. Eu não iria me importar com nada que ela fizesse.

 Eu não estava nem aí pra Gotham, se eu fosse o Batman queria é tê-la comigo, botá-la na minha Batcaverna e dizer: “- o que há velhinho?”, quantas vezes fossem necessárias.
Só por este prisma digo que ele é maluco.

 O Morcegão é um psicótico de marca maior, um maníaco por controle que precisa saber de tudo que acontece em Gotham e quando não dá pra fazer isso joga nas costas da coitada da Bárbara Gordon (Oráculo).

Isso sem falar que usa moleques vestidos de vermelho pra lutarem ao seu lado (um tal de Frederick disse outra coisa repugnante lá nos anos 50).

Bruce diz que são soldados praticando o bom combate, mas na verdade está expondo crianças ao risco de morrerem em algum confronto, eu já falei que ele é maluco?

É como na fábula de Pinóquio aonde Alfred é o Grilo Falante, enquanto, Batman o boneco de madeira.  Alfred sempre dá um alerta para Bruce aconselhando-o da melhor maneira possível. Só que Bruce na maioria das vezes não dá a mínima pro que ele diz.

Os bat-fãs são outros pirados que apoiam esta sandice toda. Eu também sou um deles pode crer. Ah! Ah! Ah! Ah!

Nota: O autor Anderson Souza teve problemas com o “Veneno do Coringa”, mas ainda bem que sua esposa estava em casa. Ela ligou pro SAMU a ambulância chegou e conseguiram medicá-lo rápido.

O resto dos autores do Blog ao saberem deste incidente ficaram preocupados e estão sem beber água, tomar banho ou escovar os dentes há um bom tempo, então, se encontrarem Alex ou JC Anjos na rua com a barba por fazer e com o cabelo desgrenhado, eles estão bem, mas com um medo danado.