Dia 26 de Abril : Homem de Ferro 3 estreiará oficialmente nos cinemas brasileiros.
O filme "carrega" uma grandiosa responsabilidade. E o nome dessa responsabilidade chama-se Os Vingadores.
Sucesso de bilheteria e crítica, o filme ainda pulsa em nossas melhores recordações.
Homem de Ferro 3 é o filme pós Os Vingadores. A Marvel terá obrigação de manter o excelente nível.
Homem de Ferro 3 será sucesso de bilheteria e crítica? Se será sucesso de crítica não sei. Mas, bilheteria será com certeza! Por causa de Os Vingadores? pode ser...
Porém, vou além disso, para mim, o sucesso de Homem de Ferro 3 tem um único responsável: Robert John Downey Jr.
Ele é o astro rei da Marvel. Ao contratar Robert Downey Jr para atuar como Tony Stark/Homem de Ferro será que a Marvel imaginava que ele iria transformar a franquia em algo absurdamente rentável?
Robert revitalizou o Homem de Ferro e colocou o herói num ótimo patamar dentro da Marvel. Hoje, o Homem de Ferro rivaliza em popularidade com - não necessariamente nessa ordem - Wolverine, Homem Aranha, e Os X-Men.
Fazendo uma comparação. Não sei se será boa, mas farei.
Os filmes do Batman que foram dirigidos por Nolan são e sempre serão elogiados por terem apresentando uma atmosfera sombria e densa do universo de Batman. A franquia ganhou nova dimensão pois houve trabalho respeitoso e sério da Warner com o Cavaleiro das Trevas.
Christian Bale é responsável pela revitalização de Batman? Não!
Na recente trilogia do Batman, o grande "astro" foi o diretor, ou seja, Christian Bale foi "coadjuvante" de luxo. Resumindo: os filmes dariam certo independente de Bale estar presente.
E porque?
Simples: Christian Bale não possui o carisma de Robert Downey Jr.
Em Homem de Ferro 1 e 2 a direção foi importante para o sucesso? Sim, foram!
Não estou dizendo que a direção foi mediana ou ruim, mas sabemos que Robert levou os dois filmes "nas costas".
Temos quase certeza( quase...) de que sem ele, a franquia não teria o mesmo êxito. Não seria uma franquia ruim. Mas seria o que é hoje?
Alguém consegue imaginar Tony Stark sendo representado por outro ator?
Robert Downey Jr é muito mais do que um ator atuando como Tony Stark/Homem de Ferro.
Robert Downey Jr transformou Tony Stark em ícone pop. Alguém duvida disso?
Robert D. Jr deu ao personagem carisma, humor, acidez, ironia, charme e o principal: vida.
Fazendo-nos acreditar que Tony Stark realmente vive. Quando olhamos Robert Downey Jr vemos Anthony Edward Stark.
Diante dessa genialidade de Tony...ops! Robert Downey Jr o reconhecimento de seu talento veio num cheque assinado pela Marvel: 50 milhões de Doláres.
É isso mesmo: para atuar em Os Vingadores, Robert embolsou essa quantia.
Robert Downey Jr não é o Homem de Ferro!
Robert Downey Jr é o Homem de Ouro da Marvel!
Que venha o 4º filme...
Alex Sandro Franco dos Santos
sexta-feira, 26 de abril de 2013
quinta-feira, 25 de abril de 2013
Polêmica
A recente
mudança no status quo do Lanterna Verde original Alan Scott gerou um alarde que mobilizou não apenas a internet, mas
a mídia falada também (TV). Divulgaram que era Hal Jordan o herói modificado mais depois tiveram que acertar o que haviam comentado. Sem falar que diversos fãs de HQs ao redor do mundo
demonstraram sua indignação perante o ocorrido.
Do meu ponto
de vista o problema não foi ter mudado sua opção
sexual, por que pra mim tanto fez ou tanto faz. O que me chateou foi não
terem respeitado a longa trajetória do herói nos gibis.
A DC pegou um herói não muito importante do seu
panteão e resolveu muda-lo. Bom, já fizeram isso dezenas de vezes, porém desta
repercutiu de uma maneira nunca vista antes.
Heróis
assumidos existem vários, mas acho que a editora quis apenas aparecer em sua
extrema e acirrada concorrência com a Casa
de Ideias. Outra coisa bastante criticada é a mudança de personagens
brancos tornarem-se negros. Vou pelo mesmo lado pra quê?
O mais
recente foi Perry White que em Superman:
O Homem de Aço será interpretado pelo excelente ator Laurence Fishburne. Poderiam colocar o repórter Ron Troupe seria bem
melhor, pois é um personagem que ganhou certa relevância nos gibis do kriptoninano.
Lembrando
também que na época do filme do Demolidor o vilão Rei do Crime foi vivido pelo
saudoso ator Michael Clark Duncan que
recebeu duras críticas por conta disso, mas sua atuação foi ótima e impecável. A verdade é que ambas as editora querem
incluir as minorias em suas revistas, pois é um público que compra e gosta dos
personagens.
Quando Hal
Jordan soube que John Stewart seria convocado para ser seu substituto ele não
gostou da ideia. Demonstrando um preconceito para o fato, mas John ao longo
destes mais de 40 anos de existência é um dos melhores LV da Tropa.
No selo
Milestone da DC surgiram dois heróis um foi o Ícon que atualmente está no limbo
e o segundo é o Super Shock que teve uma animação somente sua para brilhar. Na mesma editora
após os eventos dos Novos 52 o Multiverso voltou e nele há uma Terra aonde Calvin Ellis um
Superman negro a defende eu adorei a história é claro.
A Marvel
criou o Pantera o regente do reino de Wakanda um país fictício na África que
detém a tecnologia mais avançada do mundo inteiro. Sua inteligência rivaliza com Tony Stark e Bruce Banner. A ideia do Homem-Aranha
Ultimate Miles Morales mostrou que a editora está atenta ao mundo de hoje.
Ainda temos
Apolo e Meia Noite do grupo de super-heróis extremista Stormwatch eles são
cópias deslavadas de Superman e Batman e formam um casal assumido. A DC também
teve um herói homossexual o Extraño na minissérie Milênio que também foi jogado no
limbo.
Historicamente
tanto a Marvel quanto a DC criaram heróis caucasianos, porque antigamente a
maior parte do poder aquisitivo era deles, mas o mundo mudou e estamos em pleno
séc. XXI e eu gosto de ver que há personagens que refletem realmente a realidade e não uma parcela escolhida dela.
A inclusão
de personagens negros ou homossexuais (heróis ou não) mostra que o pensamento
das editoras mudou e estão querendo se adaptar pro que existe em nosso mundo. Do
meu ponto de vista o fato de mudar somente pra fazer escândalo ou estardalhaço
é querer brincar com a cara do leitor e já estava mais do que na hora de haver
mudanças concretas sobre isto.
Os fãs em
geral detestam mudanças drásticas em seu personagens preferidos. Mais sabemos
que tudo pode mudar novamente. O cenário das HQs é feito assim há décadas e se
prestarmos atenção “todos” os heróis evoluíram desde que apareceram.
Sejam
surgidos em 1938 ou 1960 ou 1990 eles não são iguais totalmente. Até nós mesmos
ao longo de nossas vidas sofremos transformações em nossa essência crescendo e
aprimorando conhecimento.
Eu
particularmente gostaria que “criassem” heróis negros ou homossexuais, pois
seria uma forma real de mostrarem que querem agradar seu público e não mudanças
polêmicas para chamarem os holofotes da mídia num dado momento.
Aproveitando o tema leiam esta matéria publicada no blog GdQ é excelente e elucida de maneira simples uma questão complicada, mas que não deveria ser vista desta forma.
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
O Sorriso do Coringa
Tão interessante quanto o Cruzado de Capa são os vilões que
o rodeiam. Sua galeria é recheada de todos os tipos de sociopatas, loucos,
maníacos e psicopatas.
Inúmeras vezes já vi escrito que os vilões de Gotham são
apenas um reflexo distorcido do Morcego. A presença deles é devido ao
fato do surgimento do Morcego. Será que um homem que sai a noite vestido de
morcego é tão anormal quanto os vilões que combate?
O Coringa é um dos vilões mais cruéis do universo do
Morcegão do qual devemos esperar o inesperado e isso é simplesmente assustador e três atores tiveram a chance de
interpretá-lo Cesar Romero, Jack Nicholson e Heath Ledger. Cada um á sua
maneira demonstrou como seria a existência do Palhaço do Crime.
Cesar Romero foi o primeiro seu Coringa mais parecia um
palhaço que um terrível bandido psicopata
e seu bigode aparecia por sobre a pintura branca. Sua versão é marcada
por piadas sem graça e uma leve loucura aparente.
Na franquia de Timm Burton quem brilhou foi Jack Nicholson
que roubou todos os holofotes com sua impagável atuação tresloucada ficando
memorável e que acabou ofuscando o ator principal Michael Keaton.
Agora com Heath Ledger o patamar foi mais alto, pois sua
construção dinâmica e bem estruturada de um pensamento anárquico e livre
conquistou milhares de fãs. Não é muito raro um vilão ter tantos simpatizantes
assim mesmo um tão cruel quanto o Sr. C.
Mais a interpretação de Ledger para o Palhaço do Crime é tão
impressionante quanto impactante. Seu personagem vai de encontro direto com
nossos maiores temores.
O Coringa sempre assusta com demonstrações frias de
como sua mente é distorcida, mas nós ficamos maravilhados em ver como Heath Ledger
demonstrou essa personificação do caos e do terror. A perda trágica do ator
marcou ainda mais sua atuação numa franquia que se consolidou pela
verossimilhança com a realidade.
Quando o Coringa de Ledger conta como surgiu seu eterno sorriso desfigurado há uma versão diferente e pior para cada uma delas e isto é assustador.
Quando o Coringa de Ledger conta como surgiu seu eterno sorriso desfigurado há uma versão diferente e pior para cada uma delas e isto é assustador.
Um fato inigualável está na HQ Cacofonia aonde Batman e
Coringa têm uma conversa muito sincera e aberta sobre o seu antagonismo. Bruce
estava tão vulnerável que o Coringa "descobriu" que aconteceu um
trauma em sua infância para tornar-se quem é
E o principal que ambos futuramente ainda teriam uma
luta da qual sobraria apenas um. Cacofonia é surpreendente e instigante
deixando-nos com uma pulga atrás da orelha de como se dará tal embate.
Eu me pergunto porque será que um vilão teve um apelo tão
grande diante do público será por causa da atuação e morte de Ledger ou porquê
o Coringa é muito popular?
Logo veremos uma nova adaptação do Morcegão e será que farão
mais uma versão do Palhaço do Crime? Eu já acho que deveriam procurar outro
vilão, pois o Cara de Barro seria uma opção ainda mais com sua capacidade de
mudar de forma. Mesmo que não seja este vilão poderiam pensar num outro, pois o
Coringa já está batido e Ledger ficou insuperável.
quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
O HOMEM DE AÇO
Estou arrepiado!
Assisti ao trailer 2 de "Superman: O Homem de Aço" e estou muito mais otimista do que antes.
A trilha sonora do trailer está arrepiante! Uma música intimista e que nos remete a algo glorioso, imponente e divinal, ou seja, nos remete a SUPERMAN.
Um reboot...não...reboot não! Se temos equivalente no nosso idioma porque usar "reboot"?. Daqui em diante escreverei "reinício". Não é o mesmo significado?
Pelo que entendi, o filme abordará a infância, juventude e a transição para a fase adulta de Clark. Suas descobertas. Suas indagações. Suas dúvidas serão pauta do filme que estreia em 2013.
O trailer 2 está maravilhoso. Numa postagem anterior, eu tinha dito que Superman perderia "terreno" com as estreias de Homem de Ferro 3 e Thor 2. O ano de 2013 seria complicado para a DC, pois a Marvel já se estabeleceu no mercado cinematográfico.
No entanto, ao assistir esse segundo trailer começo a mudar de ideia. "Começo"...ainda não mudei! Mas não tem como deixar de admitir que o filme parece estar excelente. E terá tudo para obter sucesso de crítica e público em 2013.
Deverá ser uma nova franquia de extremo sucesso.
E que os executivos da DC parem de "implicar" com os filmes da Marvel e que busquem seus caminhos como a concorrente fez.
Nos fãs queremos É ASSISTIR nossos heróis de infância no cinema. Pois a maioria de fãs não é Marvete nem Decenauta. É APENAS FÃ!
Que venham adaptações de qualidade tanto da Marvel, tanto quanto da DC.
Assim esperamos.
Algumas frases que me emocionaram quando assisti o trailer:
Assisti ao trailer 2 de "Superman: O Homem de Aço" e estou muito mais otimista do que antes.
A trilha sonora do trailer está arrepiante! Uma música intimista e que nos remete a algo glorioso, imponente e divinal, ou seja, nos remete a SUPERMAN.
Um reboot...não...reboot não! Se temos equivalente no nosso idioma porque usar "reboot"?. Daqui em diante escreverei "reinício". Não é o mesmo significado?
Pelo que entendi, o filme abordará a infância, juventude e a transição para a fase adulta de Clark. Suas descobertas. Suas indagações. Suas dúvidas serão pauta do filme que estreia em 2013.
O trailer 2 está maravilhoso. Numa postagem anterior, eu tinha dito que Superman perderia "terreno" com as estreias de Homem de Ferro 3 e Thor 2. O ano de 2013 seria complicado para a DC, pois a Marvel já se estabeleceu no mercado cinematográfico.
No entanto, ao assistir esse segundo trailer começo a mudar de ideia. "Começo"...ainda não mudei! Mas não tem como deixar de admitir que o filme parece estar excelente. E terá tudo para obter sucesso de crítica e público em 2013.
Deverá ser uma nova franquia de extremo sucesso.
E que os executivos da DC parem de "implicar" com os filmes da Marvel e que busquem seus caminhos como a concorrente fez.
Nos fãs queremos É ASSISTIR nossos heróis de infância no cinema. Pois a maioria de fãs não é Marvete nem Decenauta. É APENAS FÃ!
Que venham adaptações de qualidade tanto da Marvel, tanto quanto da DC.
Assim esperamos.
Algumas frases que me emocionaram quando assisti o trailer:
"O mundo é muito grande mamãe."
"Então faça-o pequeno." Diz Martha.
"Temos que manter estes seus poderes em segredo." Diz Jonathan
" O que eu deveria ter feito. Deixá-los morrer?" pergunta Clark
"Talvez"." Responde o pai.
"Precisa decidir que tipo de homem será quando crescer Clark. Qualquer que seja sua escolha. Vai mudar o mundo."
"Meu pai acreditava que se o mundo descobrisse quem eu era. Me rejeitaria. Ele estava convencido que o mundo não estava preparado.
O QUE VOCÊ ACHA?"
Assista ao trailer: O HOMEM DE AÇO
Alex Sandro Franco dos Santos
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
Eu Odeio o Homem de Ferro PARTE 2
Meu amigo Anderson escreveu um post explicando seus motivos para afirmar que odeia o Homem de Ferro pelo que aconteceu em Guerra Civil.
No que entendi da análise, Anderson não nutre mais simpatia pela figura do Homem de Ferro. É uma análise boa, contundente, porém, parcial. E isso não é uma desaprovação ao que foi escrito. É uma opinião de quem quer apenas "provocar" uma discussão sadia.
Anderson tem uma visão interessante, mas é uma visão que enxerga o lado ruim de Tony Stark, será que Tony não tem seu lado bom?
Stark é um dos fundadores de Os Vingadores e isso não pode ser menosprezado.
Pesquisando pela rede mundial, descobri que houve uma edição na Guerra Civil chamada de A Confissão.
Guerra Civil Especial 4: A Confissão
A edição narra duas histórias. Na 1ª, Tony Stark "conversa" com o cadáver de Steve Rogers. Tony confessa perante o
corpo de seu falecido amigo tudo o que fez e o que sentiu durante os
duros dias de Guerra Civil.
Na 2ª, Capitão América chega algemado ao convés do porta-aviões da s.h.i.e.l.d, e causa mal-estar entre os soldados, que ainda o veneram como lenda viva. Em uma cela provisória, ainda em seu uniforme, Steve conversa com um acuado soldado quatro vezes mais jovem que ele. Demonstrando a diferença de idade, Rogers fala de julgamento por traição e até de enforcamento, sentindo-se culpado mesmo crendo ter feito a coisa correta. Quando ficaríamos sabendo o que o soldado acha do novo diretor, Stark chega ao local. Tem-se o início de um diálogo intenso e contundente entre os dois heróis.
Para mim, numa guerra não existem heróis e vilões, apenas "forças antagônicas", ou seja, numa guerra sempre existirá um outro lado. Um lado que também acredita no que fala e defende. Talvez um dos dois lados possa estar influenciado por alguém ou por algo ou não conhecer profundamente o que defende. Vide Peter Parker que passou boa parte da Guerra Civil ao lado de Stark, no entanto, parecia não estar certo do que realmente estava defendendo. Lendo A Confissão nos perguntaremos: quem regula a nossa moral? Quem determina ou diz o que é certo e o que é errado? Numa guerra, quem é herói e quem é vilão?
Na 2ª, Capitão América chega algemado ao convés do porta-aviões da s.h.i.e.l.d, e causa mal-estar entre os soldados, que ainda o veneram como lenda viva. Em uma cela provisória, ainda em seu uniforme, Steve conversa com um acuado soldado quatro vezes mais jovem que ele. Demonstrando a diferença de idade, Rogers fala de julgamento por traição e até de enforcamento, sentindo-se culpado mesmo crendo ter feito a coisa correta. Quando ficaríamos sabendo o que o soldado acha do novo diretor, Stark chega ao local. Tem-se o início de um diálogo intenso e contundente entre os dois heróis.
Para mim, numa guerra não existem heróis e vilões, apenas "forças antagônicas", ou seja, numa guerra sempre existirá um outro lado. Um lado que também acredita no que fala e defende. Talvez um dos dois lados possa estar influenciado por alguém ou por algo ou não conhecer profundamente o que defende. Vide Peter Parker que passou boa parte da Guerra Civil ao lado de Stark, no entanto, parecia não estar certo do que realmente estava defendendo. Lendo A Confissão nos perguntaremos: quem regula a nossa moral? Quem determina ou diz o que é certo e o que é errado? Numa guerra, quem é herói e quem é vilão?
Nessa edição podemos entender ou obter uma
melhor compreensão do papel de Stark na guerra.
Para finalizar, na edição Tony confessa que não estava
disposto a sacrificar uma única coisa. Mas acabou acontecendo mesmo
assim. Stark diz a Steve que não admitiria aquilo a ninguém além do velho amigo. E
sobre o cadáver do Capitão América, o Homem de Ferro admite: "Não valeu a pena".
Seria Tony Stark motivo de tanto de ódio?
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
Eu Odeio o Homem de Ferro
Tony
Stark é um empresário, cientista e milionário que afirma ser, “um homem a
frente de seu tempo”. Em visita ao Vietnã acionou acidentalmente uma armadilha acabou sobrevivendo a explosão, mas
estilhaços da bomba alojaram-se em seu peito.
Feito
prisioneiro, desenvolveu uma armadura que funcionava como suporte de vida e,
mais tarde para combater o crime.
De posse
deste exo-esqueleto Tony pode voar, disparar raios e ter superforça. Através
dos anos em paralelo ao avanço da
tecnologia sua armadura também evoluiu, pois hoje Stark pode estar conectado
com qualquer rede seja satélite, computadores ou celulares. Ele é tipo um
Howard Hughes das HQs.
Confesso que
odiei a Guerra Civil (2006/2007),na
história devido a um trágico desastre monumental feito por um grupo de pseudo
super- heróis. O governo americano impõe uma lei de registro para todos os
heróis.
Por mais que
a competência seja demonstrada no roteiro de Mark Millar e na bela arte Steve McNiven. A trama é muito extensa
tendo desdobramentos em várias outras publicações isto tornou nossa leitura
cansativa. Só acompanhei mesmo a série principal em sete edições com cenas
muito bem elaboradas e deixei as outras revistas de lado.
Então temos
a comunidade heroica dividida em duas: os que são a favor do registro,
liderados pelo Homem de Ferro. E temos a Resistência facção que
acha que o registro é uma opressão aos seus direitos cívicos, comandada
pelo Capitão América que acabou virando um renegado.
Guerra Civil concluiu com a ascensão de Tony
Stark e mostrou que Steve Rogers sempre luta por aquilo que acha certo fato que
culminou em sua trágica morte.
A volta do personagem ao topo se deu pela
ótima atuação de Robert Downey Jr.,
no longa cinematográfico, de 2008. E culminou no longa dos Vingadores (2012).
No filme
Tony age como herói apenas para saciar sua vaidade, pois foi traído em sua
empresa de fabricação de armas por Obadiah Stane. E após presenciar toda
destruição causada por sua ganância utiliza sua armadura para o bem maior.
O Homem de
Ferro pode até fazer um sucesso nas HQs, porém não era um herói conhecido pelo
grande público. O filme de Jon Fraveau
que atuou como o motorista Happy Hogan (fiel
braço direito do personagem nos quadrinhos) tem um roteiro consistente aonde
seus personagens transitam pela ação e humor deixando-nos á vontade para curtir
os efeitos especiais.
O sucesso da
franquia do Homem de Ferro também se deve
ao inegável carisma de Downey Jr., pois sua personificação quanto ao herói está
perfeita.
Downey Jr.
está para o Homem de Ferro assim como Chris Reeve para o Superman ambos
conseguem traduzir bem seus personagens.
Aliás Robert Downey Jr. elevou o status do Homem de Ferro para ícone pop.
Assim como
Tony salvou a vida de Downey Jr. sendo
este um dos raríssimos casos em que a vida
imita a arte.
Robert criou
uma personalidade ímpar em sua atuação nos apresentando um playboy, rico e
rebelde. Seu Stark é genial, irônico e
fanfarrão fazendo-nos apreciar seu personagem e até querermos ser como ele rodeado de belas
mulheres.
Houve uma
salvação para ambos, porque o ator não estava mais fazendo sucesso e o
personagem mesmo sendo da primeira linha da Marvel não consegue estar sempre no
topo como por exemplo: o Homem-Aranha.
A
interpretação de Downey Jr. lembra bastante a HQ “O Demônio na Garrafa”, publicada originalmente em Invincible Iron
Man #128, novembro de 1979. Um bon vivant que não funciona sem uma garrafa de
whisky na mão.
A luta de
Tony com o álcool é a coisa mais
marcante nesta história que já li em minha vida. Isso demonstra a inteligência
de Stan Lee em imprimir nos seus heróis da ficção diversos problemas reais. Aspectos do cotidiano aos
quais nós sempre iremos nos identificar e encontrar algo semelhante pelas ruas.
Nesta
inestimável história Stark descobriu que a agência governamental S.H.I.E.L.D.
estava agindo por baixo dos panos para adquirir parte do controle das
Indústrias Stark, garantindo assim o desenvolvimento de armas para a agência.
Em paralelo,
o magnata Justin Hammer contrata inúmeros super-vilões para atacar tanto Stark
quanto o Homem de Ferro. Em uma tacada final, Hammer assume o controle da
armadura do Homem de Ferro e força Stark a matar um diplomata em frente às
câmeras de TV de todo o mundo. Era o golpe que faltava para levar o herói para
o abismo sem fundo que foi o álcool.
A HQ, que teve a impressionante arte de John Romita
Jr., e mostrava um Stark amargurado, que se sentia abandonado por todos.
Embriagado, o playboy assume o manto do Vingador Dourado apenas para perceber o
quanto a bebida o estava atrapalhando. Porém, com a ajuda da namorada Bethany e do mordomo Jarvis, o herói recuperou as forças
para enfrentar o vício e os inimigos.
Tony Stark é convencido, arrogante e obtuso na
maioria das vezes. Apesar de já ser rico ainda ampliou sua fortuna tornado-se
um empresário do setor armamentista.
Stark
enriquece através da desgraça dos outros, pois a indústria bélica é alimentada
por vários motivos. Conflitos territoriais, conflitos religiosos, étnicos.
Alguns ocorrem mesmo por ignorância. Algumas guerras são em prol de mudanças
políticas.
É difícil explicar
ou até entender porque que existem guerras, mas elas estão aí para demonstrar
que nunca haverá um fim pra este ódio inerente a raça humana.
Durante a
Guerra Civil Tony ajuda a família de Peter
Parker e deu uma armadura para nosso herói (Aranha de Ferro). Peter virou um assistente pessoal dele em
agradecimento, mas teve que revelar sua identidade secreta em público. Fato que
causou uma reviravolta enorme na vida do aracnídeo deixando-a de pernas pro ar.
Tony
manipulou Parker desde o princípio, pois essa era sua verdadeira intenção. Na
verdade fiquei espantado em saber como engana as pessoas para conquistar seus
objetivos e passei a odiar o Homem de Ferro por isso.
Desde então eu não consigo mais achar o herói
interessante mesmo com todos os seus problemas
e histórias clássicas. Gosto da atuação de Robert Downey Jr. e nada
mais.
Fonte de
Pesquisa: Omelete e Herói X.
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
Analisando Superman
Clark Kent é
o alter ego do kriptoninano, pois na maioria das vezes Clark é mostrado sendo
desajeitado, tímido, atrapalhado e bobo, mas é um repórter rápido, perspicaz e
inteligente.
Ao mudar
para Superman torna-se altivo, confiante, galante e sempre toma conta da
situação. É óbvio que a identidade civil de Kal-El serve para não ficar a todo
momento de capa e colant, porque este é seu grande truque não parecer que não
tem uma identidade secreta.
O que eu não
consigo entender é porque Superman sendo tão poderoso se esconde numa figura
tão risível quanto Clark Kent?
Na verdade
pra mim Superman vê a humanidade num todo como se fossemos Clark Kent, (sendo
atrapalhada e desajeitada), ou ele têm um enorme complexo de inferioridade.
Mesmo sendo
possuidor de poderes inimagináveis Kal sente-se diminuído perante o ser humano,
justamente, por ser um alienígena entre pessoas comuns.
O Homem do
Amanhã se vê obrigado a proteger-nos por achar que somos frágeis e fracos. E só
por isso dependemos de sua condição de salvador da humanidade.
Na clássica
HQ “Para o Homem que tem Tudo”, Kal-El deseja
ter uma família. O herói mais poderoso dos quadrinhos deixou o fardo
pesado de carregar o mundo nas costas que naquele momento não existia.
Então
notamos que lá no íntimo de seu coração o Homem do Amanhã quer apenas viver com
sua esposa e cuidar do seu filho. Fato “normal” e extremamente comum a qualquer
ser humano.
O que mais
me fascina na personalidade de Clark é esse jeito pacato de homem do interior.
O grande grau de importância desta educação veio de Jonathan e Martha que
moldaram sua personalidade desde pequeno.
Tornando
Clark totalmente o oposto de Bruce Wayne, por mais que ambos sejam órfãos, a
perda trágica de Bruce deixou uma amarga ferida pro resto de sua vida.
Superman é um alienígena entre nós apenas,
porque, não nos aceita como somos.
É devido ao seu caráter interiorano junto a
uma visão simplista de que a humanidade pode melhorar que nos conduz como se
fôssemos crianças mostrando o caminho para ser trilhado.
O que me
intriga é será que Kal realmente aceita a condição humana de sermos falhos?
Arduamente
ele protege a humanidade dos nossos problemas, pois na verdade têm medo de
nossa beligerância. E assim com seu eterno ato de compaixão também não nos
deixa livres para evoluir por nossos próprios meios.
Superman é o
mito do homem perfeito. Será que a humanidade poderá caminhar para futuramente
um dia termos um mundo de Super-Homens?
Particularmente
acredito que nós nunca iremos crescer para ter dons iguais ao dele. A
humanidade tem constantemente destruído o meio ambiente poluindo o mar, o ar e
destruindo as florestas. Como a
humanidade poderá viver se não mantiver os meios de nossa subsistência?
A Rio + 20
foi um fracasso, pois não obteve resultados consistentes para uma real e
possível melhoria na questão do colapso ambiental que estamos vivendo.
Diferente dos
kriptonianos que atingiram um estado de perfeição física e mental que veio
agregado a um mundo aonde a natureza convivia em quase harmonia com o
desenvolvimento tecnológico.
Superman é
um exemplo a ser seguido e além disso continuará sendo inalcançável.
No entanto
não falo de seus poderes físicos, mas de seu impactante código moral: verdade e
justiça que é difícil de vive-lo na prática conturbada de nosso dia a dia.
domingo, 14 de outubro de 2012
Por que as pessoas que lêem quadrinhos sempre estiveram associadas a idéia de imaturidade e vagabundagem por parte de outras pessoas?
Eu lembro bem
quando pré-adolescentes, meus amigos e eu amávamos o mundo dos quadrinhos. Amor
esse que se perpetua até hoje apesar do tempo de leitura não ser mais o mesmo
de outrora, mas que mesmo assim mantemo-nos atualizados graças as adaptações à
telona.
Naquele tempo
foi esta a afinidade que nos uniu. E esta afinidade foi revelando tantas outras
afinidades com o passar dos anos consolidando ainda mais nossa amizade e
perpetuando ainda mais o nosso amor pelas HQs.
Fazíamos
nossas próprias histórias em quadrinhos. Criávamos personagens de nossa própria
autoria em uma época em que, fechados em nossos mundinhos infanto-juvenis, não
tínhamos a menor ideia por não termos conhecimento de que ali também
praticávamos a estética do fanzine.
Porém toda
essa intensa troca lúdica com meus amigos teve um preço alto em nossa caminhada
a adolescência. Éramos considerados nerds
em uma época em que sequer existia tal palavra em nosso dicionário. Ao menos em
nossa Rua – e isso já nos bastava por que era o único mundo que conhecíamos –
éramos vistos pelas meninas da nossa idade como um bando de imaturos e
alienados. Pelos pais destas meninas
éramos taxativamente considerados vagabundos.
É verdade que
os tempos mudaram e hoje os quadrinhos são vistos como mais uma ferramenta de
estimulo a leitura e a isso considero legitimo porque boa parte de minha
formação literária deve-se inicialmente aos quadrinhos. Se hoje Oscar Wilde, Hermann Hesse e Augusto dos
Anjos entre tantos outros fazem parte de minha biblioteca é porque Turma da Mônica, Disney, heróis da Marvel, DC
e Vertigo existiram bem antes.
Mas ainda
assim o conceito de HQ não é visto como arte propriamente dita. Boa parte desse
conceito é moldada como arte ordinária ou simples mídia de entretenimento (kitsch).
Concordo que pelos mesmos preceitos que discuti em texto anterior, o mundo dos
gibis, de acordo com suas editoras obedece a um mercado consumista. Por outro
lado sem a internet como conseguiríamos ter contato com gibis estrangeiros em
outrora sem este sistema de consumo? De uma forma ou de outra a popularidade
dos quadrinhos se deu por este mercado e agora com a democratização da internet
podemos nos manter atualizados.
Quais seriam os
critérios usados para definirmos que as HQs respondem ou não correspondem a
“arte pela arte”? Com certeza não seriam as graphic novels que responderiam tais questões embora muitas dessas edições mereçam,
pelos seus artistas e roteiristas, tais considerações devido a seu estilo. A questão é bem mais complexa e discutível
que isso.
Mas é
justamente nos estratos mais altos de nossas sociedades que objetos de arte
fazem parte de um publico que consomem cada vez mais tais objetos. Às vezes nem
sempre com admiração estética como de praxe, mas como meras peças ornamentais.
Que possuem função apenas para servir de exibição ostentatória a outros em sua
sala de visitas.
As HQ’s não
obedecem estes seguimentos. Julgo que nem objetos de arte também deveriam. Voltada mais
para função informativa e mero entretenimento ela, a HQ, é vista em muitos outros
países como objeto estético. Ou seja, sua apreciação gráfica é colocada como
objeto de arte para um publico específico não necessariamente o de galeria. Ainda
assim esta arte é apreciada com a mesma contemplação estética. O que dizer dos
magníficos traços de desenhistas como Dave
Mckean, Bill Sienkiewicz, Frank Miller, David Mazuchelli e tantos outros. Sem falar no âmbito literário como os
roteiristas: (o próprio) Frank Miller,
Neil Gaiman, Allan More, etc...
Apesar de que as HQs tenham mesmo chegado a este estado de
contemplação como objeto de arte entre muitos admiradores, elas ainda encontram
resistência nos meios acadêmicos onde elas quase não são mencionadas e quando são é simplesmente para explorá-las ao conceito de Kitsch como arte
efêmera.
Talvez porque de fato tal expressão como mídia não faça parte
do mercado em que as cifras estratosféricas determinam “o que é de bom gosto” e
“o que não é de bom gosto”. Pergunto-me: será que maioria dois intelectuais,
admiradores da “boa arte” de fato foram formados por toda a sua vida por livros
acadêmicos romances clássicos de nossa literatura universal sem nunca terem
acrescentado nenhuma revistinha em quadrinhos em seu cardápio erudito? Eu não
acredito.
Mas enfim, ainda nos deparamos com o preconceito daqueles que
acham que histórias em quadrinhos são feitos para Nerds. Talvez não mais ligado a vagabundagem como
foi no meu tempo. Mas ainda a imaturidade permanece ligada nesta figura do nerd
alienado e anti-social e por isso imaturo como um garoto de cinco anos. Será?
De minha pessoa garanto que boa parte de minhas decisões
adultas foram tomadas com o mínimo de inspiração aos arquétipos que ainda
alimento em meu imaginário. Estes arquétipos são meus heróis e vilões de
HQs. E se por acaso, muitas dessas
decisões e atitudes foram tidas como loucas ou imaturas, é porque foram
julgadas segundo categorias impostas por uma realidade que se leva a serio
demais. Quero deixar claro aqui que não se trata de negação da realidade, mas
apresentar aqui uma visão alternativa que talvez possa salvar o mundo deste
caos e absurdo às avessas que aqui estamos submetidos. Isso sim, não nego em
dizer que seja um desejo utópico.
sábado, 13 de outubro de 2012
Demolidor e a Sétima Arte: Uma Desarmonia.
Ben Affleck
recentemente deu a seguinte declaração: "Tive uma experiência negativa
com a única HQ que eu gostava, já que o filme não funcionou. É uma pena, pois
Demolidor é uma ótima ideia, uma excelente HQ e logo depois que o filme saiu
começou a onda de fazer filmes de quadrinhos realmente bons, com investimento.
Felizmente, eles vão fazer um reinício para a série. Chegaram a me chamar para
ele, mas eu achei que não devia, pois não seria um reboot se eu estivesse
ali".
Concordo com Ben
Affleck, Demolidor é uma excelente história e o filme careceu de maior
investimento. No entanto, a não funcionalidade do filme não está apenas na
escassez de investimento dirigido ao filme. A escassez de investimento sempre
se fez notória nas HQs do herói. Relegado a um segundo escalão Marvel. Demolidor já esteve por inúmeras vezes a ter
seu título cancelado. Somente Frank Miller, para mim um gênio das HQs, conseguiu
dar ao Homem sem Medo a sua devida importância.
Miller transformou o
Demolidor de um personagem prestes a ter sua revista cancelada em uma
referência dos quadrinhos. Miller transformou o Demolidor , e nos presenteou
com um personagem complexo e voltado para um público mais adulto. Nas estórias
de Frank Miller, Demolidor interagiu com prostitutas, assassinos de aluguel,
mafiosos, psicopatas, mendigos etc. Demolidor atua em Hell`s Kicthen –
conhecido por nós como Cozinha do Inferno.
Miller mergulhou o
Demolidor num universo realista e assustador. Só para reforçar a importância de Frank
Miller: “A Queda de Murdock” é de sua autoria. Além disso, Demolidor é um herói
isolado em seu universo, ou seja, é averso a interação com outros heróis
Marvels. O que reforça minha opinião de que Demolidor está dentro de um
universo complicado.
Depois de Miller, todos
os outros escritores que trabalharam nas HQs do Homem sem Medo seguiram sua
temática adulta. Diante dessa complexidade como fazer esse personagem “funcionar”
no cinema?
Justiceiro e Motoqueiro Fantasma são boas HQs e gozam do mesmo problema: não funcionaram no cinema. Agora surge especulações de que a FOX lançará “ Demolidor 2: A Queda de Murdock” no cinema. Com certeza será um fracasso de bilheteria.
Justiceiro e Motoqueiro Fantasma são boas HQs e gozam do mesmo problema: não funcionaram no cinema. Agora surge especulações de que a FOX lançará “ Demolidor 2: A Queda de Murdock” no cinema. Com certeza será um fracasso de bilheteria.
Sinceramente, não vejo
Demolidor tendo sucesso em qualquer filme lançado. E não adianta tentarem dizer : “Nolan conseguiu fazer isso com Batman”.
Me desculpe a
pretensão. Mas Batman em comparação a Demolidor tem um universo menos real e
assustador. Traçando uma comparação: Gothan City
é o paraíso e a Cozinha do Inferno é o INFERNO. Batman ainda que seja um
personagem sombrio é um personagem popular e é apresentado em diversos modos e
múltiplas mídias. E Demolidor? Qual sua força frente às crianças e jovens? Um herói
cujo nome é “Demônio Desafiador” será
bem recebido?
E o que fazer
diante desse problema? Não investir? Não tentar? Bem...a minha opinião é que
certos personagens não devem e nem precisam ir aos cinemas.
Se a produção de um novo filme do Demolidor estiver atrelada apenas a uma questão de lançar para agradar os fãs do personagem e até aceitável a investida. Mas, se há intenção da FOX de angariar lucros exorbitantes o prejuízo será certo.
Há necessidade de investir em Demolidor 2?
Há necessidade de investir em Demolidor 2?
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